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Argentina
🇦🇷 América do Sul

Argentina

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Guia de viagem: das Cataratas do Iguaçu à Patagônia dos lagos, do Norte multicolorido de Salta e Jujuy ao tango de Buenos Aires. Um país-continente com selva, montanhas, geleiras e mar. A Argentina é o segundo maior país da América do Sul e um dos mais diversos do mundo: numa mesma viagem você pode passar da mata subtropical de Misiones às geleiras patagônicas, e dos morros coloridos do Norte às praias do Atlântico. Aqui você encontra tudo o que precisa para organizar a sua viagem. 👇

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🧭 Dados essenciais

💰 Moeda
Peso argentino ($ · ARS)
🗣️ Idioma
Espanhol (sotaque rio-platense, bem musical)
🏙️ Capital
Buenos Aires
🔌 Tomada
220 V — tipos C e I
📅 Melhor época
Patagônia: dez–mar · Norte e Iguaçu: abr–out · Buenos Aires: primavera e outono
🕐 Fuso horário
GMT-3
🛂 Entrada
Muitos países entram sem visto para turismo (confira o seu)

🌍 Sobre Argentina

A Argentina é um país-continente que, numa só viagem, oferece mata subtropical, geleiras milenares, morros de sete cores, vinhedos aos pés dos Andes, praias atlânticas e uma das cidades mais cativantes das Américas: Buenos Aires, berço do tango. É o segundo maior país da América do Sul e um dos mais diversos do mundo, com quase 3.700 km de norte a sul. Para o viajante brasileiro, o atrativo é duplo: a proximidade cultural (o espanhol é fácil de pegar e o asado é parente do nosso churrasco) e, ao mesmo tempo, a surpresa de paisagens patagônicas que não existem em nenhum outro lugar da região.

Vale pensar a viagem por regiões, porque as distâncias são enormes: o Norte multicolorido (Salta, Jujuy, a Quebrada de Humahuaca, as Salinas Grandes); o Litoral, com as Cataratas do Iguaçu e os Esteros del Iberá; Cuyo, a terra do vinho e do Aconcágua (Mendoza); Córdoba e as serras do centro; Buenos Aires e o pampa; e a estrela indiscutível, a Patagônia, com Bariloche e os lagos, a geleira Perito Moreno em El Calafate, o trekking de El Chaltén e Ushuaia, o fim do mundo. Quase ninguém consegue cobrir mais de duas ou três regiões por viagem.

O melhor da Argentina é essa combinação de natureza descomunal e calor humano: o ritual do mate e do asado, a paixão pelo futebol, a vida noturna que começa tarde. O que surpreende é a escala da Patagônia e como tudo fica longe, por isso o avião acaba sendo fundamental. E o que é preciso entender antes de viajar é a questão do câmbio e dos preços, que na Argentina têm uma lógica própria.

💱 Moeda e câmbio

A moeda local é o peso argentino ($). A cotação em relação ao dólar muda com frequência, então vale consultar o valor do dia. 💡 Dica de viajante: pagar com cartão estrangeiro costuma render um câmbio vantajoso, e sempre é bom levar alguns dólares em espécie.

💱 What your currency is worth in USDLIVE WIDGET
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✈️ Como chegar e se locomover

✈️ De avião: a principal porta de entrada é Buenos Aires, que tem dois aeroportos: Ezeiza (EZE), para voos internacionais, e Aeroparque (AEP), colado ao centro, para voos domésticos e regionais. 🛫 Companhias aéreas: Aerolíneas Argentinas (a companhia de bandeira), Flybondi e JetSMART (low-cost), além de LATAM, American, United, Iberia, Air Europa, Copa, Gol e Azul, que chegam do exterior. 🔁 Voos internos: quase todos os voos domésticos passam pelo Aeroparque (Buenos Aires). De lá você chega a Iguaçu, Bariloche, El Calafate, Ushuaia, Mendoza, Salta, Jujuy, Córdoba, Puerto Madryn e outros destinos. Como o país é enorme, nas distâncias longas o avião te economiza dias inteiros.

🎒 O que fazer e o que ver

Cataratas do Iguaçu
Uma das sete maravilhas naturais do mundo, na selva de Misiones, na fronteira com o Brasil. A Garganta do Diabo, com seu estrondo e sua nuvem de água, é de arrepiar. O lado argentino tem a maior quantidade de passarelas e o contato mais próximo com as quedas; dá para combinar facilmente com o lado brasileiro, em Foz do Iguaçu. Leve roupa que possa molhar.
Buenos Aires e o tango
A capital que não dorme: os cafés notáveis e as livrarias, o colorido Caminito em La Boca, San Telmo e sua feira de antiguidades, a Recoleta com o cemitério onde descansa Evita, e uma noite de tango ou uma milonga. Some a isso a melhor cena gastronômica e noturna do país; a cidade só acende depois da meia-noite.
Geleira Perito Moreno (El Calafate)
Uma das poucas geleiras do mundo em equilíbrio, uma parede de gelo de 60 metros que se desprende em blocos com um estrondo sobre o lago Argentino. Dá para percorrer as passarelas de frente para a geleira e fazer minitrekking sobre o gelo com crampons. Espetáculo garantido.
El Chaltén, capital do trekking
O vilarejo de montanha aos pés do imponente monte Fitz Roy, meca das trilhas na Patagônia. As caminhadas até a Laguna de los Tres e a Laguna Torre saem de graça do próprio vilarejo e oferecem algumas das vistas mais impressionantes dos Andes. Ideal de dezembro a março.
Bariloche e a Rota dos 7 Lagos
O coração da Patagônia dos lagos: bosques, montanhas nevadas, chocolates artesanais e lagos de um azul profundo. Dirija pela Rota dos 7 Lagos até San Martín de los Andes, suba o Cerro Campanario (uma das melhores vistas do mundo) e, no inverno, esquie no Cerro Catedral.
Salta, Jujuy e a Quebrada de Humahuaca
O Norte andino e multicolorido: o Cerro de los Siete Colores em Purmamarca, a Quebrada de Humahuaca (Patrimônio da Humanidade), o branco infinito das Salinas Grandes, vilarejos de adobe e a mística andina. Dá para percorrer de carro combinando Salta e Jujuy; acrescente os vinhedos de altitude de Cafayate.
Mendoza e a rota do vinho
A capital mundial do Malbec, ao pé do Aconcágua (a montanha mais alta fora da Ásia). Visite vinícolas em Luján de Cuyo e no Valle de Uco com degustações e almoços com vista para os Andes, e acrescente aventura: rafting, alta montanha e a Puente del Inca. O ideal é combinar vinho e cordilheira.
Península Valdés e Puerto Madryn
O santuário de fauna da Patagônia atlântica: baleias-francas-austrais (de junho a dezembro), pinguins-de-magalhães, lobos e elefantes-marinhos, orcas e guanacos. Puerto Madryn é a base, com a colônia galesa de Gaiman ali perto e suas casas de chá. Natureza em estado puro.
Ushuaia, o fim do mundo
A cidade mais austral do planeta, entre montanhas nevadas e o Canal de Beagle. Navegue pelo canal até o farol Les Éclaireurs, caminhe pelo Parque Nacional Terra do Fogo, suba até a geleira Martial e, se o orçamento permitir, saiba que é o porto de partida dos cruzeiros para a Antártida. Um destino com aura de confins do mundo.
Comer asado, mate e doce de leite
Mais que comida, identidade. O asado (costela, vazio, linguiça, miúdos) é um ritual social; a carne argentina tem fama mundial. Some a isso as empanadas (cada província tem a sua), as massas de raiz italiana, o mate compartilhado a qualquer hora, o alfajor e o doce de leite em tudo. E para brindar, um Malbec ou um Fernet com Coca.

📅 Quando ir: clima e melhor época

A Argentina é tão comprida que a melhor época depende completamente da região. Para a Patagônia (Bariloche, El Calafate, El Chaltén, Ushuaia, Península Valdés), a temporada ideal é o verão austral, de dezembro a março, com dias longos, clima mais ameno e todos os serviços funcionando; é também a alta temporada, com preços mais caros e necessidade de reservar com antecedência. O inverno patagônico (junho a setembro) é bom para esquiar em Bariloche e Las Leñas, mas muitas trilhas e estradas ficam fechadas por causa da neve.

Para o Norte (Salta, Jujuy, a Quebrada) e as Cataratas do Iguaçu, o melhor é o outono e o inverno, de abril a outubro, quando chove menos e o calor dá uma trégua; no verão o Norte é muito quente e há chuvas que podem interromper estradas. Buenos Aires e o centro do país são mais agradáveis na primavera (setembro-novembro) e no outono (março-maio), com temperaturas amenas; o verão portenho é úmido e muitos moradores saem de férias, e o inverno é frio, mas tranquilo de encarar. Se você se interessa pela fauna, anote a temporada de baleias em Puerto Madryn (junho a dezembro).

🍽️ O que comer

A cozinha argentina gira em torno da carne e da conversa depois da refeição. O imperdível: o asado (com cortes como a costela, o vazio, a entraña e os miúdos, como chinchulines e mollejas), as empanadas (salteñas, tucumanas, cada região com sua versão), as massas de herança italiana (os domingos de nhoque e ravióli), a pizza de forma no estilo portenho, o choripán de rua e, de sobremesa, panquecas e sorvetes artesanais que estão entre os melhores do mundo. Para beber: o mate (mais ritual social do que bebida), o vinho Malbec e o indispensável Fernet com Coca.

Os preços em dólar subiram nos últimos anos, então a Argentina já não é aquele destino baratíssimo de antes, embora continue sendo razoável. Uma refeição numa parrilla de bairro ou num restaurante popular sai por volta de 8.000-16.000 pesos por pessoa (uns 8-16 USD); um choripán ou uma fatia de pizza na rua, poucos dólares; um jantar num bom restaurante, 20-40 USD por pessoa. A gorjeta habitual é de 10% e é deixada em dinheiro mesmo que você pague com cartão (normalmente não vem incluída). Dica: coma onde tem fila de argentinos e experimente o 'menú ejecutivo' do almoço, o equivalente ao nosso prato executivo, que rende muito. Valores verificados em julho de 2026.

🛟 Segurança e saúde

A Argentina é um dos países mais seguros da América do Sul para o turismo, com os cuidados urbanos de sempre, sobretudo na Grande Buenos Aires e em algumas áreas das grandes cidades: o principal risco é o furto e o roubo por descuido (batedores de carteira no transporte público, ladrões de moto, os 'motochorros', em certos bairros). Regras básicas: não exibir celular nem objetos de valor na rua, cuidar dos pertences no metrô (subte), nos ônibus (colectivos) e em áreas turísticas como La Boca (visite de dia e fique no Caminito), e usar apps de transporte ou táxis/remises de confiança à noite. As regiões do interior e a Patagônia são muito tranquilas.

Em saúde, a Argentina tem bom nível sanitário e a água da torneira é potável e segura em Buenos Aires e nas principais cidades (dá para beber sem problema). Não há vacinas obrigatórias para entrar; recomenda-se apenas a de febre amarela se você for às Cataratas do Iguaçu e à selva de Misiones. Na altitude (a Puna de Salta e Jujuy, as Salinas Grandes a mais de 3.400 m) pode aparecer o 'apunamiento', o mal de altitude, então suba aos poucos e se hidrate. O seguro-viagem é recomendável porque o atendimento em clínicas particulares é pago. Emergências: 911 em todo o país, e uma linha de assistência ao turista, 0800-999-5000, com atendimento em vários idiomas. Verificado em julho de 2026.

💰 Quanto custa viajar

A Argentina deixou de ser o destino ultrabarato de alguns anos atrás: com a estabilização da economia, os preços em dólar voltaram a níveis normais para a região. Como referência (verificado em julho de 2026): uma viagem mochileira sai por 40-60 USD por dia, uma de padrão médio por 80-140 USD por dia, e com 180 USD ou mais você viaja com conforto. A Patagônia (El Calafate, Ushuaia, Bariloche na temporada) é bem mais cara que o resto do país por causa da logística; Buenos Aires, o Norte e o centro são mais acessíveis.

Exemplos concretos: uma cama em hostel custa entre 12 e 25 USD; um quarto duplo econômico, entre 35 e 70 USD (mais na Patagônia). Uma refeição numa parrilla de bairro sai por 8-16 USD e um jantar num bom restaurante, 20-40 USD. O transporte urbano é barato: o metrô (subte) e o ônibus (colectivo) em Buenos Aires custam pouco mais de meio dólar com o cartão SUBE. Os ônibus de longa distância são confortáveis (leito e semileito), mas por causa das distâncias muita gente vai de avião: um voo doméstico reservado com antecedência (Buenos Aires-Bariloche ou El Calafate) pode ficar em torno de 60-140 USD com Aerolíneas, Flybondi ou JetSMART. A entrada nas Cataratas ou no Perito Moreno para estrangeiros fica em torno de 30-45 USD. São valores de referência.

🤝 Cultura e dicas práticas

O idioma é o espanhol, na variante rioplatense: usa-se 'vos' em vez de 'tú', o 'che', o som de 'sh' no ll e no y (fala-se 'shuvia' para lluvia), e um vocabulário próprio ('laburo' é trabalho, 'quilombo' é confusão, 'copado' é legal, 'boludo' pode ser insulto ou carinho, dependendo do tom). Para o brasileiro, a proximidade entre o português e o espanhol ajuda muito e dá para se virar bem, embora o lunfardo portenho exija um pouco de prática. Os argentinos são calorosos, falantes e apaixonados; o mate é compartilhado como gesto de amizade e os horários são tardios: janta-se às 21-22 h e a noite começa depois da meia-noite.

A eletricidade é de 220 V com tomadas tipo C (dois pinos redondos, padrão europeu) e I (três pinos chatos em V, o típico plugue argentino/australiano), então talvez você precise de adaptador. Para se conectar, arrume um eSIM ou um chip local da Claro, Movistar ou Personal; a cobertura é boa nas cidades e vilarejos turísticos, menor na Patagônia profunda. Sobre dinheiro, uma dica essencial para o viajante: pagar com cartão estrangeiro hoje usa a cotação oficial sem sobretaxas (foram revogados os impostos que encareciam), então vale a pena usar cartão; mesmo assim, leve alguns dólares ou pesos em espécie para feiras, gorjetas e cidades pequenas. Baixe o app de transporte e arrume o cartão SUBE para circular por Buenos Aires.

📜 História de Argentina

A história argentina é a de um território descomunal — o oitavo maior país do planeta, com quase 2,8 milhões de quilômetros quadrados que vão do altiplano andino aos gelos austrais — habitado por mais de dez mil anos por dezenas de povos originários profundamente diferentes entre si. Sobre essa geografia imensa, a coroa espanhola teceu a partir do século XVI uma periferia pobre e desconectada, mais presa à prata de Potosí do que ao Atlântico, que só em 1776 se tornou a sede de um vice-reino próprio com capital em Buenos Aires. Dessa criatura tardia do império nasceria, após a Revolução de Maio de 1810 e a Independência jurada em Tucumán em 1816, uma nação que levou mais de quatro décadas de guerras civis para ganhar uma forma estável.

O país que se organizou sob a Constituição de 1853 se lançou a um projeto agroexportador que, entre 1880 e 1930, recebeu uma das maiores ondas imigratórias da história — milhões de italianos, espanhóis e gente de meia Europa — e chegou a figurar entre as economias mais prósperas do mundo. Essa ascensão vertiginosa conviveu com a violência fundacional da Conquista do Deserto, com uma ordem política restrita e com desigualdades que o século XX tentaria corrigir com o voto universal, o radicalismo e, sobretudo, o peronismo.

Ler a história completa de Argentina →

❓ Perguntas frequentes sobre Argentina

Brasileiro precisa de visto para ir à Argentina?
Não. Os brasileiros, assim como os cidadãos dos demais países do Mercosul e associados (Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia), podem entrar a turismo apenas com o documento de identidade (RG) físico e válido, sem passaporte nem visto. Também é possível entrar com passaporte, para estadias curtas (normalmente até 90 dias). Confira sempre as regras vigentes antes de viajar.
É caro viajar para a Argentina?
Já não é o destino ultrabarato de alguns anos atrás: os preços em dólar se normalizaram. Mochilando, dá para se virar com 40-60 USD por dia; uma viagem confortável fica em torno de 120-180 USD diários. A Patagônia (El Calafate, Ushuaia, Bariloche) é bem mais cara que o resto por causa da logística; Buenos Aires, o Norte e o centro são mais acessíveis.
Qual a melhor forma de pagar e lidar com o dinheiro?
Em 2026, pagar com cartão estrangeiro usa a cotação oficial sem sobretaxas (foram revogados os impostos que encareciam), então vale a pena usar cartão para quase tudo. De qualquer forma, leve alguns dólares ou pesos em espécie para feiras, gorjetas, transporte e cidades pequenas onde nem sempre aceitam cartão. Consulte a cotação do dia, que pode variar.
É seguro viajar para a Argentina?
Sim, é um dos países mais seguros da América do Sul para o turismo. O principal risco é o furto urbano na Grande Buenos Aires e em algumas áreas das grandes cidades: cuide do celular e dos objetos de valor no transporte público, visite La Boca de dia ficando no Caminito e use apps de transporte à noite. O interior e a Patagônia são muito tranquilos.
Qual é a melhor época para ir?
Depende da região. Para a Patagônia (geleiras, trekking, lagos, Ushuaia), o verão austral, de dezembro a março. Para o Norte (Salta, Jujuy) e as Cataratas do Iguaçu, de abril a outubro, quando chove menos e faz menos calor. Buenos Aires é mais agradável na primavera (set-nov) e no outono (mar-mai). Para ver baleias em Puerto Madryn, de junho a dezembro.
Quantos dias vale a pena ficar?
A Argentina é enorme e não dá para conhecer tudo numa só visita. Com 10 a 14 dias você combina Buenos Aires com uma região (a Patagônia das geleiras, ou Bariloche e os lagos, ou o Norte, ou Iguaçu e Mendoza). Se quiser conhecer a Patagônia a fundo, acrescente dias, porque as distâncias são grandes. Aproveite os voos domésticos para não perder dias inteiros na estrada.
Posso beber água da torneira?
Sim, em Buenos Aires e nas principais cidades a água da torneira é potável e segura, dá para beber sem problema. Em alguns vilarejos muito pequenos ou zonas rurais, vale perguntar ou preferir água engarrafada, mas em geral a água argentina é de boa qualidade.
Como me locomover dentro da Argentina?
Por causa das distâncias enormes, nos trechos longos vale a pena voar: Aerolíneas Argentinas, Flybondi e JetSMART conectam Buenos Aires (quase todos os voos domésticos saem do Aeroparque) com Iguaçu, Bariloche, El Calafate, Ushuaia, Salta, Mendoza e outros destinos. Os ônibus de longa distância são muito confortáveis (leito e semileito) para trajetos noturnos. Em Buenos Aires, use o cartão SUBE para o metrô (subte) e o ônibus (colectivo), e apps de transporte.
Cidades e destinos

Explore Argentina por região

Escolha uma região e entre em cada destino para ver o que fazer, preços e como chegar.

🏜️

Norte

29 destinos
Salta
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Cafayate (Valles Calchaquíes e vinhos de altitude)
Cafayate (Valles Calchaquíes e vinhos de altitude)
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Cachi
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Quebrada de Humahuaca
Quebrada de Humahuaca
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Purmamarca (Cerro de los Siete Colores)
Purmamarca (Cerro de los Siete Colores)
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Tilcara (Pucará de Tilcara)
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Salinas Grandes
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San Salvador de Jujuy
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San Miguel de Tucumán
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Tafí del Valle
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Ruínas de Quilmes (Cidade Sagrada de Quilmes)
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Iruya
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Humahuaca
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Antofagasta de la Sierra
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Fiambalá (Termas e Duna Mágica)
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Santa María (Yokavil)
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San Fernando del Valle de Catamarca
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Santiago del Estero
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Termas de Río Hondo
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Molinos
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La Poma
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San Antonio de los Cobres (Tren a las Nubes)
San Antonio de los Cobres (Tren a las Nubes)
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Dique Cabra Corral
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Amaicha del Valle (Fiesta Nacional de la Pachamama)
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Concepción (Tucumán)
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Termas de Reyes
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Parque Nacional Calilegua
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Parque Nacional El Rey
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Cuesta del Obispo e Valle Encantado
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Litoral

37 destinos
Cataratas do Iguaçu
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Esteros del Iberá
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Saltos do Moconá
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San Ignacio (Ruínas de San Ignacio Miní)
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Posadas
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Corrientes
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Paraná
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Parque Nacional El Palmar
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Colón (Entre Ríos)
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Gualeguaychú (Carnaval del País)
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Concordia
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Puerto Iguazú
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Parque Nacional Mburucuyá
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Mercedes (Corrientes)
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Federación (Termas)
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Villa Elisa (Termas)
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Victoria (Entre Ríos)
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Goya (Fiesta Nacional del Surubí)
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Wanda (Minas de pedras preciosas)
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Colonia Carlos Pellegrini (Esteros del Iberá)
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Yapeyú
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Ituzaingó (Corrientes)
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Resistencia (Cidade das Esculturas)
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Parque Nacional El Impenetrable
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Rosario (Monumento à Bandeira)
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Santa Fe de la Vera Cruz
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Cayastá (Ruínas de Santa Fe la Vieja)
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Concepción del Uruguay (Palácio San José)
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Santo Tomé (Corrientes)
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Oberá (Fiesta Nacional del Inmigrante)
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Parque Provincial Salto Encantado do Vale do Cuñá Pirú
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Esquina (Festa Nacional do Pacu)
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Iberá - Portais Norte (San Nicolás e Galarza)
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Formosa
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Parque Nacional Río Pilcomayo
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Bañado La Estrella
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Apóstoles (Capital Nacional da Erva-Mate)
Apóstoles (Capital Nacional da Erva-Mate)
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Córdoba

23 destinos
Córdoba
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Villa Carlos Paz
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La Cumbrecita
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Mina Clavero
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Alta Gracia (Estância Jesuítica e Museu Che Guevara)
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Villa General Belgrano (Oktoberfest)
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La Cumbre (Parapente)
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Capilla del Monte (Cerro Uritorco)
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Jesús María (Festival Nacional de Doma e Folclore)
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Santa Rosa de Calamuchita
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Villa del Dique e Embalse
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Cosquín (Festival Nacional de Folclore)
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Parque Nacional Quebrada del Condorito
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Cerro Colorado (Reserva Arqueológica)
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Río Cuarto
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Villa Cura Brochero
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Nono (Valle de Traslasierra)
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La Falda (Hotel Edén)
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Tanti (Cerro Los Gigantes)
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Villa Giardino e Huerta Grande
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Estância Jesuítica de Santa Catalina
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Villa de Las Rosas e San Javier (Cerro Champaquí)
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Río Ceballos (Sierras Chicas)
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Cuyo

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Mendoza
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Valle de Uco
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San Rafael
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Cañón del Atuel
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Cerro Aconcagua (Parque Provincial Aconcagua)
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Puente del Inca
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Las Leñas (Estação de esqui)
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San Juan
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Parque Provincial Ischigualasto (Vale da Lua)
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Parque Nacional Talampaya
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Malargüe (La Payunia e Caverna de las Brujas)
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Barreal (Barreal Blanco e El Leoncito)
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Maipú (Caminhos do Vinho)
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Luján de Cuyo (Terra do Malbec)
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Uspallata
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Cacheuta (Termas)
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Reserva Natural Laguna de Llancanelo
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Reserva La Payunia
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Vallecitos
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Villa Unión (Talampaya)
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La Rioja
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Jáchal
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Rodeo (Dique Cuesta del Viento)
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San Luis
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Merlo (San Luis)
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Parque Nacional Sierra de las Quijadas
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Potrero de los Funes
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Carpintería e Cortaderas
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Chilecito (Cable Carril)
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Reserva Laguna Brava
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Valle Fértil (San Agustín)
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Reserva Natural Villavicencio
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Tupungato
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Buenos Aires

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Cidade Autônoma de Buenos Aires
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Mar del Plata
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Tigre e o Delta
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Tandil
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La Plata
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Pinamar
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San Antonio de Areco (Festa da Tradição)
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San Clemente del Tuyú (Mundo Marino)
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Mar del Tuyú e Costa del Este
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Tornquist e Villa Ventana
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Carmen de Patagones e Viedma
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Mar del Sud
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Bahía Blanca
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Mercedes (Buenos Aires)
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Pehuén Co
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Patagônia

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San Martín de los Andes
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Ushuaia
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Gobernador Costa
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General Roca (Alto Valle)
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Villa Mascardi (Lago Mascardi)
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💡 Curiosidades

●O tango nasceu às margens do Rio da Prata, entre Buenos Aires e Montevidéu. 🎶
●As Cataratas do Iguaçu são uma das 7 Maravilhas Naturais do mundo. 🌊
●O Aconcágua (Mendoza, 6.960 m) é a montanha mais alta fora da Ásia. 🏔️
●A Argentina é o berço do asado, do mate e do doce de leite — e de Maradona e Messi. ⚽
●A Quebrada de Humahuaca, em Jujuy, é Patrimônio da Humanidade da UNESCO. 🏜️
●O país se estende por quase 3.700 km de norte a sul: tem selva, deserto, montanhas, lagos, geleiras e mar.
Fontes

De onde vêm os dados de Argentina

Estas são as fontes que mais citamos nos guias deste país, com quantas vezes cada uma aparece. Os dados duros — ingressos, horários, exigências, transporte — saem da fonte oficial e levam a data em que os verificamos. As indicações de onde comer ou dormir saem de guias e resenhas, e avisamos isso em cada página.

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