⚠️ Informação sensível — confira sempre na fonte oficial
Requisitos, cotas, valores e datas de visto mudam com frequência. Cada dado desta página foi verificado contra a fonte oficial em setembro de 2026 e é reverificado periodicamente, mas antes de começar qualquer trâmite confirme nos links oficiais (embaixada, consulado ou ministério) que estão nesta página. O viajacongus.com não gerencia vistos nem substitui a informação oficial.
PEDIDOS DURANTE TODO O ANO
Em vigor desde 25 de setembro de 2025; o gargalo são as vagas de agendamento, que saem só às segundas e terças
Atenção ao relógio desta página: a nossa guia geral do programa coreano foi verificada em julho de 2026, antes das outras, e os dados do brasileiro vêm de uma leitura de setembro de 2026. Em um visto que entrou em vigor em 25 de setembro de 2025 e ainda está se acomodando, isso importa: confirme tudo no consulado antes de começar.
O visto de Férias e Trabalho da Coreia do Sul — categoria H-1 — permite viver até um ano no país, viajar, conhecer a cultura coreana e trabalhar de forma incidental para ajudar com as despesas da viagem. Para o brasileiro ele tem duas coisas boas que nenhum outro destino oferece: a faixa de idade mais larga, de 18 a 34 anos, e a taxa isenta.
O programa Brasil–Coreia entrou em vigor em 25 de setembro de 2025 e a cota é de no máximo 300 vistos por ano. O pedido corre durante todo o ano, até esgotar essa cota, mas o gargalo não é a cota: é a vaga de agendamento. Na data da nossa verificação não havia horários até julho de 2026 e só se abriam agendamentos a partir de agosto de 2026 — e as vagas de Working Holiday saem apenas às segundas e às terças.
O trâmite NÃO é online: é presencial e obrigatoriamente no Brasil, no Consulado-Geral da Coreia em São Paulo ou na Embaixada da Coreia em Brasília, conforme o seu estado. A documentação é longa — atestado de antecedentes criminais, atestado médico, comprovação financeira do último mês, apólice de um ano e um Plano de Atividade de Working Holiday — e cumprir tudo não garante o visto: a decisão é do Estado coreano.
Pule para o que você procura
📋 De olho nos números
Programa
Visto de Working Holiday, categoria H-1
Idade
18 a 34 anos. Na referência de 25 de setembro de 2026: nascidos entre 26/09/1991 e 25/09/2008. É a faixa mais larga que o brasileiro encontra em qualquer programa de férias-trabalho
Cota anual (Brasil)
No máximo 300 vistos por ano
Duração
1 ano, de múltiplas entradas. Você precisa entrar na Coreia dentro do ano da emissão, ou o visto se perde — e não dá para pedir de novo
Comprovação de recursos
Mais de BRL 12.000 se você apresentar passagem de ida e volta; mais de BRL 24.000 se tiver só a ida ou nenhuma passagem. Tem de ser dinheiro de disponibilidade imediata (conta corrente, poupança): limite de cartão de crédito não vale
Taxa
GRATUITA (isenta) — coisa pouco comum
Seguro-viagem
Apólice com cobertura mínima de BRL 160.000 (cerca de KRW 40 milhões) e por 1 ano completo, mesmo que você pretenda ficar menos
Onde se faz
Presencial: Consulado-Geral da Coreia em São Paulo (SP, PR, SC, RS, MT, MS e RJ) ou Embaixada da Coreia em Brasília (demais estados). Agendamento só por e-mail
Idioma e estudos
Não exigem certificado de idioma: estudar coreano não é obrigatório
Ao chegar
Se você ficar mais de 90 dias, tem de tirar o Cartão de Registro de Estrangeiro (ARC) dentro dos primeiros 90 dias
O detalhe de cada dado
Cota anual
No máximo 300 vistos por ano
Idade
18 a 34 anos (na referência de 25 de setembro de 2026: nascidos entre 26/09/1991 e 25/09/2008)
Comprovação de recursos
Mais de BRL 12.000 se você apresentar passagem de ida e volta; mais de BRL 24.000 se tiver só a ida ou nenhuma passagem. Tem de ser dinheiro de disponibilidade imediata (conta corrente, poupança): não vale limite de cartão de crédito nem recibo bancário
Seguro-viagem
Apólice de seguro-viagem com cobertura mínima de BRL 160.000 (cerca de KRW 40 milhões) e por 1 ano completo, mesmo que você pense em ficar menos tempo
Idioma
Não exige certificado de idioma (estudar coreano não é obrigatório)
Quando abre
O programa entrou em vigor em 25 de setembro de 2025 e o pedido é feito durante todo o ano, até esgotar os 300 vistos. O gargalo são as vagas de agendamento: na data da nossa verificação não havia horários até julho de 2026 e só se abriam agendamentos a partir de agosto de 2026. As vagas de Working Holiday saem apenas às segundas e às terças
Taxa
GRATUITA (isenta) — coisa pouco comum
Duração do visto
1 ano, de múltiplas entradas
✅ Requisitos
Idade
Ter de 18 a 34 anos. Na referência de 25 de setembro de 2026, nascidos entre 26/09/1991 e 25/09/2008.
Nacionalidade, residência e passaporte
Ser brasileiro, morar no Brasil e ter passaporte brasileiro com validade mínima de 6 meses contados da data do pedido. Brasileiros com dupla nacionalidade Brasil/Coreia NÃO são elegíveis (verificado em setembro de 2026).
Comprovação de recursos
Mais de BRL 12.000 se você levar passagem de ida e volta, ou mais de BRL 24.000 se não. Os comprovantes têm de ser do último mês e estar no seu nome — ou no dos seus pais ou do seu cônjuge, aí somando certidão de nascimento ou de casamento.
Seguro-viagem por 1 ano
Apólice com cobertura mínima de BRL 160.000 e pelo ano completo do visto, não importa quanto tempo você pense ficar.
Antecedentes criminais e saúde
Atestado de antecedentes criminais do Brasil com menos de 3 meses — e do país estrangeiro onde você tenha morado mais de 1 ano seguido nos últimos 5 —, mais atestado médico original com menos de 6 meses comprovando boas condições físicas e mentais.
Plano de atividades
Apresentar um Plano de Atividade de Working Holiday explicando os objetivos da estadia. O consulado publica um modelo e um exemplo.
Primeira vez
Participação única: não dá para pedir o Working Holiday da Coreia mais de uma vez. Mas dá para pedir mesmo que você já tenha feito um working holiday em outro país.
Trabalho limitado
O objetivo principal do visto é o turismo e o trabalho é incidental. O limite oficial é de 25 horas por semana, publicado pelo Consulado-Geral da Coreia em São Paulo.
📅 Cotas e datas
São no máximo 300 vistos por ano e o pedido corre durante todo o ano, até a cota acabar: não há dia e hora de abertura como na Nova Zelândia. O programa entrou em vigor em 25 de setembro de 2025. O verdadeiro gargalo é o agendamento: na data da nossa verificação não havia horários disponíveis até julho de 2026 e só se abriam vagas a partir de agosto de 2026, e as vagas de Working Holiday saem apenas às segundas e às terças. Some a isso duas regras que castigam o desorganizado: o pedido de agendamento tem de ser confirmado dentro de 24 horas, e se faltar um documento no dia do atendimento você precisa agendar de novo — sem garantia de vaga. Cumprir todos os requisitos também não garante o visto: a concessão é decisão do Estado coreano.
📄 Documentação
Formulário de pedido de visto preenchido.
Passaporte brasileiro válido (original e cópia), com validade mínima de 6 meses.
RG ou CIN original e cópia autenticada. Não aceitam CNH nem protocolo.
Uma foto 3,5 x 4,5 cm tirada nos últimos 6 meses.
Comprovante de residência no Brasil.
Passagens aéreas de ida e volta (ou comprovante do valor equivalente).
Comprovante financeiro do último mês: mais de BRL 12.000 com passagem de ida e volta, ou mais de BRL 24.000 sem ela.
Atestado de antecedentes criminais do Brasil, com menos de 3 meses.
Atestado médico original, com menos de 6 meses.
Apólice de seguro-viagem por 1 ano, com cobertura mínima de BRL 160.000.
Plano de Atividade de Working Holiday — o consulado publica modelo e exemplo.
Se faltar qualquer um desses papéis no dia do atendimento, você tem de agendar de novo, e a vaga não fica garantida.
🧭 Como é o processo
1
Veja qual posto atende você
Consulado-Geral da Coreia em São Paulo (Av. Paulista 37, 8º andar, cj. 81) para quem mora em SP, PR, SC, RS, MT, MS e RJ; Embaixada da Coreia em Brasília para os demais estados.
2
Junte a documentação inteira antes de pedir horário
Antecedentes criminais (menos de 3 meses), atestado médico (menos de 6 meses), comprovação financeira do último mês, apólice de um ano, passagens, RG ou CIN autenticado, foto e o Plano de Atividade.
3
Escreva o Plano de Atividade
Explique os objetivos da estadia: cidades, hospedagem inicial, atividades culturais, estudo de coreano se for o caso. O consulado publica um modelo e um exemplo — use-os, mas escreva algo seu e crível.
4
Peça o agendamento por e-mail
O agendamento é pedido SÓ por e-mail (em São Paulo, wkyoon25@mofa.go.kr) e tem de ser confirmado dentro de 24 horas. As vagas de Working Holiday saem apenas às segundas e às terças. Não aceitam pedido pelo correio, online nem por terceiros.
5
Compareça com a pasta completa
No dia, leve tudo impresso, original e cópia. Documento faltando significa novo agendamento, sem garantia de vaga.
6
Retire o passaporte
O passaporte é retirado 14 dias úteis depois.
7
Entre na Coreia dentro do ano
O visto é de 1 ano e de múltiplas entradas, mas você tem de entrar na Coreia dentro do ano da emissão, ou ele se perde — sem possibilidade de pedir de novo.
8
Tire o ARC nos primeiros 90 dias
Se você for ficar mais de 90 dias, precisa tirar o Cartão de Registro de Estrangeiro (ARC) dentro dos primeiros 90 dias. O agendamento é pelo HiKorea, e a nossa ficha geral do programa registra que o cartão pode levar de 3 a 6 semanas desde o registro.
💵 Quanto custa
| Conceito | Valor (verificado) |
|---|
| Taxa do visto Working Holiday (H-1) | GRATUITA (isenta). Coisa pouco comum entre os programas de férias-trabalho |
| Atestado de antecedentes criminais | Variável, conforme o órgão emissor |
| Atestado médico | Variável, conforme o profissional ou a clínica |
| Seguro-viagem (1 ano, mínimo BRL 160.000) | Variável, conforme cobertura e idade |
| Recursos a comprovar (não é gasto: é saldo a comprovar) | Mais de BRL 12.000 com passagem de ida e volta, ou mais de BRL 24.000 sem ela |
| Cartão de Registro de Estrangeiro (ARC), já na Coreia | Taxa de imigração local, paga na Coreia |
⏱️ Quanto demora
O passaporte é retirado 14 dias úteis depois do atendimento. O tempo que de verdade pesa é o de antes: conseguir a vaga de agendamento, que sai apenas às segundas e às terças e que, na data da nossa verificação, só tinha horários a partir de agosto de 2026. Já na Coreia, a nossa ficha geral do programa registra que o Cartão de Registro de Estrangeiro pode levar de 3 a 6 semanas desde o registro.
🧬 Biometria e entrevista
O pedido é presencial e obrigatoriamente no Brasil, com horário marcado por e-mail: não aceitam pelo correio, online nem por terceiros. A nossa ficha brasileira não menciona entrevista. A nossa ficha geral do programa — que é a da embaixada coreana em Buenos Aires, verificada em julho de 2026 — descreve uma entrevista pessoal obrigatória em inglês, com perguntas sobre motivos, plano de atividades, onde você vai morar e planos de trabalho. Não dá para afirmar que isso vale igual no Brasil: pergunte ao seu posto ao pedir o agendamento e, de qualquer modo, chegue sabendo explicar o seu Plano de Atividade.
🩺 Seguro médico
Obrigatório: apólice com cobertura mínima de BRL 160.000 (cerca de KRW 40 milhões) e por 1 ano completo, mesmo que você pretenda ficar menos tempo. Leve a apólice impressa, com o valor da cobertura e a vigência bem visíveis. A nossa ficha geral do programa trabalha com outro parâmetro, de USD 30.000 com hospitalização e repatriação sanitária e de restos, mas esse é o requisito do acordo com a Argentina: para o brasileiro o número que vale é o de BRL 160.000. O seguro cobre você desde o primeiro dia, antes de qualquer acesso ao sistema local.
💼 O que o visto deixa você fazer
Trabalhar é um aspecto INCIDENTAL das suas férias: o objetivo do programa é turístico e cultural, não laboral. O limite é 25 horas por semana. Textual do Consulado-Geral da República da Coreia em São Paulo, lido em 2 de outubro de 2026: «É permitido expediente de até 25 horas por semana». Não é um teto orientativo nem um número de referência: é o que a fonte oficial para brasileiros publica. Confirme com o seu posto antes de combinar jornada com qualquer empregador, porque também há setores restritos. Estudar é permitido: dá para fazer cursos e aprender coreano durante a estadia, e certificado de idioma não é exigido para o visto.
🔁 Segundo e terceiro ano
O H-1 é concedido por 1 ano e, como working holiday, não é renovável nem prorrogável: a participação é única. Para ficar mais tempo é preciso mudar para outra categoria de visto — de estudo ou de trabalho, por exemplo — cumprindo os requisitos próprios dela, em uma repartição de imigração pelo HiKorea. Confirme sempre as opções vigentes com a imigração coreana.
💡 Conselhos
- O gargalo é o agendamento, não a cota: as vagas de Working Holiday saem só às segundas e às terças, e o pedido tem de ser confirmado em 24 horas. Fique de olho.
- Deixe a pasta completa ANTES de pedir horário: documento faltando significa novo agendamento, e a vaga não fica garantida.
- Cuide dos prazos de validade: antecedentes criminais com menos de 3 meses, atestado médico com menos de 6, comprovação financeira do último mês.
- A comprovação tem de ser de dinheiro disponível na hora: limite de cartão de crédito não conta.
- Peça o seguro por 1 ano completo, mesmo que o seu plano seja ficar seis meses: a apólice curta derruba o pedido.
- Escreva um Plano de Atividade concreto: é a peça que mostra que a sua viagem é de férias com trabalho incidental, e não o contrário.
- Assim que chegar, agende pelo HiKorea o registro de estrangeiro: o ARC é o que habilita abrir conta no banco, contratar celular e trabalhar, e você tem 90 dias.
- Aprenda o hangul antes de embarcar: é um alfabeto fonético pensado para ser fácil e em poucos dias de prática você já lê placas, menus e nomes de estação. É o tempo investido com melhor retorno de toda a viagem.
- Não assine aluguel na primeira semana. Comece num goshiwon ou num hostel, que se pagam mês a mês sem depósito grande, e só avalie um one-room por wolse quando souber onde trabalha e quanto ganha.
- Tire da cabeça a ideia de viver dando aulas de idioma: ensinar exige visto E-2 e com o H-1 é infração migratória. Monte o orçamento com gastronomia, hotelaria, logística, fazendas ou resorts de temporada, que é o que dá para fazer.
- Logo que tiver o ARC, tire o atestado sanitário (보건증, o boheonjeung) no centro de saúde do distrito, por uns KRW 3.000: sem ele nenhum café ou restaurante contrata, e com ele na mão você consegue vaga muito mais rápido.
- Compre o T-money na primeira loja de conveniência que vir e, se ficar em Seul, olhe o passe Climate Card de KRW 62.000 mensais com viagens ilimitadas: o transporte é dos mais baratos do país e carro não é preciso para nada.
- Procure trabalho andando, não só pelo computador: na Coreia os bicos são anunciados com cartaz de 아르바이트 na vitrine e combinados pelo KakaoTalk. Combine Albamon e Alba Cheonguk com caminhar pelos bairros de gastronomia.
❓ Perguntas frequentes
Quantas vagas tem e quando abre?
São no máximo 300 vistos por ano para brasileiros e o pedido corre durante todo o ano, até esgotar. O programa entrou em vigor em 25 de setembro de 2025. O gargalo são as vagas de agendamento, que saem apenas às segundas e às terças.
Que idade preciso ter?
De 18 a 34 anos — na referência de 25 de setembro de 2026, nascidos entre 26/09/1991 e 25/09/2008. É a faixa mais larga que o brasileiro tem em qualquer programa de férias-trabalho.
Quanto custa o visto?
A taxa é GRATUITA (isenta). É pouco comum, e vale aproveitar.
Quanto dinheiro tenho que comprovar?
Mais de BRL 12.000 se você apresentar passagem de ida e volta, ou mais de BRL 24.000 se tiver só a ida ou nenhuma passagem. Tem de ser dinheiro disponível de imediato, com comprovantes do último mês no seu nome (ou dos pais ou do cônjuge, somando certidão de nascimento ou de casamento).
Quantas horas por semana posso trabalhar?
Até 25 horas por semana. É o que publica o Consulado-Geral da República da Coreia em São Paulo, que é a fonte oficial para quem pede com passaporte brasileiro: «É permitido expediente de até 25 horas por semana» (lido em 2 de outubro de 2026). Há setores restritos, então confirme o seu caso com o posto.
Tenho dupla nacionalidade Brasil–Coreia. Posso aplicar?
Não. Brasileiros com dupla nacionalidade brasileiro-coreana não são elegíveis (verificado em setembro de 2026).
Já fiz working holiday em outro país. Isso me impede?
Não. Dá para pedir o da Coreia mesmo que você já tenha feito um working holiday em outro país. O que não dá é pedir o da Coreia duas vezes.
O pedido é online?
Não. É presencial e obrigatoriamente no Brasil, no consulado em São Paulo ou na embaixada em Brasília, com horário pedido por e-mail e confirmado em 24 horas. Não aceitam pelo correio, online nem por terceiros.
Preciso falar coreano?
Não: não exigem certificado de idioma e estudar coreano não é obrigatório. Aprender o hangul antes de viajar, ainda assim, é o melhor investimento de tempo que você pode fazer.
Posso dar aulas de português ou de inglês?
Não. Ensinar idiomas exige visto E-2; fazer isso com o H-1 é infração migratória. Há setores restritos, e por isso o limite do que dá para fazer se confirma no consulado.
O que é o ARC e quando preciso tirar?
É o Cartão de Registro de Estrangeiro. Se você ficar mais de 90 dias, tem de tirar dentro dos primeiros 90 dias, com agendamento pelo HiKorea. É o que habilita abrir conta bancária, contratar celular e trabalhar; a nossa ficha geral registra de 3 a 6 semanas desde o registro.
Dá para estender o visto?
Não como working holiday: o H-1 é de 1 ano e de participação única. Para ficar mais tempo é preciso mudar de categoria de visto na imigração coreana, pelo HiKorea.
📌 Letras miúdas que importam
A taxa do pedido é GRATUITA (isenta), coisa pouco comum. O visto é de 1 ano e de múltiplas entradas: você precisa entrar na Coreia dentro do ano da emissão ou ele se perde, sem possibilidade de pedir de novo. Se ficar mais de 90 dias, tem de tirar o Cartão de Registro de Estrangeiro (ARC) dentro dos primeiros 90 dias. Se faltar documento no dia do atendimento, você tem de agendar de novo — e a vaga não fica garantida. Brasileiros com dupla nacionalidade brasileiro-coreana não são elegíveis (verificado em setembro de 2026).
🔗 A página oficial
Abrir a página oficial ↗https://overseas.mofa.go.kr/br-saopaulo-pt/wpge/m_28845/contents.do
Os links da embaixada coreana em Buenos Aires que a nossa guia tem não entraram aqui: o brasileiro aplica no consulado em São Paulo ou na embaixada em Brasília, e os requisitos são outros.
Verificado em setembro de 2026 na ficha do passaporte brasileiro; julho de 2026 na guia geral do programa — a mais antiga do nosso corpus, confira na fonte oficial