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Sliema
🇲🇹 Malta · O litoral (Sliema, Marsaxlokk)

Sliema

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📍Região
Sliema (que em maltês significa 'paz' ou 'consolo') é a principal cidade litorânea e de veraneio de Malta, na península que fica de frente para Valeta, do outro lado do porto de Marsamxett. De vila de pescadores passou a ser o bairro mais cosmopolita e moderno do país: um longo calçadão à beira-mar, prédios altos, lojas, cafés e as melhores vistas da capital murada a partir da margem oposta. Colada a St. Julian's, forma com ela a grande conurbação turística da ilha
📌Melhor época
De abril a junho e de setembro a outubro é a janela ideal: clima quente, mar com temperatura agradável para nadar nas plataformas de pedra e menos gente do que no auge do verão. Julho e agosto são quentes, secos e muito turísticos, com preços altos. O inverno (novembro a março) é ameno, ótimo para caminhar pelo calçadão sem calor, embora o mar já esteja frio e alguns serviços de praia fechem
📌Dias sugeridos
Sliema é mais uma base confortável do que um destino para dias inteiros: em meio dia dá para percorrer o calçadão, as plataformas de banho e fazer compras. O comum é usá-la como base por 3 a 5 dias para conhecer toda Malta, já que daqui saem o ferry para Valeta e muitos cruzeiros e passeios para Comino, Gozo e o Grande Porto
📌Como chegar
Do aeroporto de Malta (MLA), a uns 8-10 km, de ônibus Tallinja (linhas para Sliema/St. Julian's) ou de táxi/transfer. De Valeta, o mais bonito é o ferry da Valletta Ferry Services, que cruza o porto em uns 5 minutos. Toda Malta se conecta com Sliema pelos ônibus Tallinja
📌Como se locomover
Não há trem nem metrô em Malta: tudo é ônibus, ferry, táxi ou a pé. Sliema se percorre caminhando pelo calçadão. Para o resto da ilha, os ônibus Tallinja saem dos pontos do Ferries e do Savoy. O ferry para Valeta é rápido e barato. Dirige-se pela esquerda (herança britânica): atenção ao atravessar a rua e se for alugar carro
🗣️Idioma e moeda
Maltês e inglês são idiomas oficiais; o inglês é falado em todo lugar, o que faz de Malta um destino muito fácil. Moeda: euro (€), já que Malta está na zona do euro desde 2008. Dá para pagar com cartão por aproximação em quase todo lugar
💱 USD exchange rate
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🌤️ Weather in Sliema
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Sliema é a cara moderna e cosmopolita de Malta: um longo calçadão à beira-mar onde moradores e turistas caminham, correm e tomam café olhando o mar, plataformas de pedra plana para pular na água azul-turquesa e, em frente, a silhueta dourada de Valeta murada recortada sobre o porto. O que há um século e meio era uma tranquila vila de pescadores é hoje o bairro mais animado, comercial e construído do país, colado à vida noturna de St. Julian's.

Não espere de Sliema o charme medieval de Mdina nem o barroco da capital: aqui manda o presente, com torres de apartamentos, shoppings como o The Point em Tigné, marcas internacionais e restaurantes de todo tipo. Sua grande atração é prática e sensorial: a melhor vista de Valeta a partir da margem oposta (sobretudo ao entardecer e à noite, quando a capital se ilumina), o banho nas plataformas de pedra e a comodidade de ter transporte, ferry e passeios à mão.

Este guia trata Sliema pelo que ela faz de melhor: ser a base ideal para conhecer Malta. Contamos como atravessar de ferry até Valeta, onde nadar, o que ver no calçadão, como saem daqui os barcos para a Lagoa Azul de Comino e para Gozo, e como se locomover por uma ilha sem trens onde, além disso, se dirige pela esquerda. Sliema não deslumbra por monumentos, mas é o ponto de partida mais cômodo para todo o resto.

📖 História de Sliema

Sliema deve seu nome a uma antiga capela dedicada à Virgem sob a invocação de Estrela do Mar (Stella Maris), que servia de farol e referência para os poucos pescadores que viviam nesta ponta, então conhecida como il-Qortin. Durante o Grande Cerco de 1565, a área foi acampamento das tropas otomanas de Dragut, que morreu ali perto atingido pelo fogo do Forte de Santo Elmo. Os Cavaleiros de São João construíram o Forte Tigné entre 1793 e 1795, e os britânicos o ampliaram junto com várias baterias costeiras no século XIX. Com a abertura da igreja Stella Maris em 1855, a vila cresceu até se tornar o lugar de veraneio preferido dos moradores abastados de Valeta e, no século XX, a cidade moderna e densamente construída de hoje. A história completa está na nossa página de história.

Ler a história completa ↓

🏛️ Sliema fica em the coast (Sliema, Marsaxlokk)

Malta's urban and fishing coastline: from modern Sliema and the nightlife of St Julian's to the colourful boats of the village of Marsaxlokk.

Ler a história de The coast (Sliema, Marsaxlokk) →

🗺️ O que ver

Passeios que dá para reservar

Se você reservar por aqui ganhamos uma comissão e você não paga nada a mais. Preços e disponibilidade são da Civitatis.

1
O calçadão à beira-mar (Sliema Front / Tower Road)
O longo calçadão costeiro que contorna a península, coração da vida ao ar livre de Sliema.
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O calçadão de Sliema é o grande programa gratuito da cidade e sua espinha dorsal: vários quilômetros de calçada à beira-mar que vão da área do Ferries, em frente a Valeta, e seguem pela Tower Road contornando o mar aberto até St. Julian's. A qualquer hora fica cheio de gente caminhando, correndo, passeando com o cachorro ou simplesmente sentada num banco de frente para o Mediterrâneo. É o melhor lugar para sentir o pulso da Malta do dia a dia, longe dos monumentos. O trecho com vista para Valeta, do lado do porto de Marsamxett, oferece o cartão-postal clássico: a capital murada à frente, dourada ao entardecer e iluminada à noite. Já o trecho da Tower Road dá para o mar aberto, com as plataformas de banho, cafés e sorveterias. Ao longo do calçadão se veem vestígios históricos como a torre de Il-Fortizza (uma construção de ar medieval do século XIX, hoje restaurante) e antigas baterias britânicas. Dicas: percorra ao entardecer para a melhor luz sobre Valeta, ou bem cedo de manhã para vê-lo tranquilo. É plano e fácil, ideal para todas as idades. Leve água no verão porque há pouca sombra. À noite fica iluminado e animado, e dá para emendar a pé com a agitação de St. Julian's.
ℹ️ Distância: Contorna toda a península de Sliema; percorre-se a pé · Melhor época: Entardecer (vista de Valeta) e primeiras horas da manhã · Entrada: Grátis · Duração: 1 a 2 horas de passeio
2
O ferry para Valeta
A travessia de 5 minutos de barco até a capital, com uma das melhores chegadas a uma cidade da Europa.
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Atravessar de Sliema a Valeta de ferry é uma das coisas mais bonitas (e baratas) que dá para fazer em Malta. Em apenas cinco minutos, o barco da Valletta Ferry Services cruza o porto de Marsamxett e te deixa ao pé das muralhas da capital, com uma vista espetacular dos bastiões dourados subindo da água. É muito mais rápido, barato e panorâmico do que ir de ônibus contornando o porto. O serviço funciona o dia todo com saídas muito frequentes (mais ou menos a cada meia hora, com mais frequência no horário de pico) a partir do píer do Sliema Ferries. É transporte regular, usado por moradores e turistas, não um passeio turístico: por isso é tão econômico. Do lado de Valeta, o desembarque é perto dos Jardins de Upper Barrakka, aos quais se sobe de elevador. Dicas: importante, o passe de ônibus Tallinja NÃO cobre o ferry, que é pago à parte (é outra empresa). Guarde o bilhete se comprar ida e volta. Atravesse ao entardecer para ver Valeta iluminada e volte à noite para o cartão-postal com as luzes acesas. Confira o último horário de volta para não ficar do outro lado.
ℹ️ Distância: Travessia do porto de Marsamxett; uns 5 minutos · Melhor época: Entardecer e noite, pela vista de Valeta iluminada · Entrada: Adulto só ida €1,50 (dia) / €1,75 (noite, depois das 19:30); ida e volta €2,80 / €3,30; criança €0,50; passe semanal €10 (Valletta Ferry Services, verificado em julho de 2026). Não incluído no passe de ônibus Tallinja · Duração: 5 minutos por trecho
3
As plataformas de banho e as Roman Baths
As piscinas naturais escavadas na pedra plana do litoral, o lugar clássico para nadar em Sliema.
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Sliema não tem praia de areia: seu litoral é de pedra calcária plana, e é justamente aí que está o charme para o banho. Ao longo da Tower Road e de Qui-si-Sana se estendem plataformas de pedra onde as pessoas estendem a toalha, tomam sol e pulam no mar aberto, de água limpa e transparente. É o jeito maltês de tomar banho de mar, muito popular entre os moradores. O cantinho mais curioso são as chamadas Roman Baths (ou Fond Għadir), piscinas retangulares escavadas na pedra no fim do século XIX (apesar do nome, não são romanas). Com maré e ondas fracas, viram piscinas naturais de água do mar, ideais para se refrescar com mais proteção do que no mar aberto. Há escadinhas de metal para entrar e sair da água em vários pontos. Dicas: leve sapatilha de neoprene ou sandália de água, porque a pedra e o fundo podem ter ouriços e ser escorregadios. Não há sombra natural: guarda-sol, boné e protetor solar. Cuidado com as ondas nos dias de vento. O banho nas plataformas é livre e gratuito; alguns trechos têm concessões com espreguiçadeiras pagas no verão.
ℹ️ Distância: Ao longo da Tower Road e de Qui-si-Sana; a pé desde o centro · Melhor época: Verão (junho a setembro) para o banho; dias de pouco vento · Entrada: Grátis (as plataformas públicas). Espreguiçadeiras de concessão, pagas à parte · Duração: Meio dia de praia
4
Tigné Point e The Point
A ponta moderna de Sliema, com o histórico Forte Tigné e o shopping à beira-mar.
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Tigné Point é a ponta nordeste da península de Sliema, a que fica mais perto de Valeta. Durante séculos foi uma área militar e hoje é um empreendimento urbano moderno com torres residenciais, escritórios e o shopping The Point, o maior e mais central da região, com marcas internacionais, cafés e um terraço com vista para o porto e para a capital. Na própria ponta se conserva o Forte Tigné, uma fortificação poligonal construída pelos Cavaleiros de São João entre 1793 e 1795 e muito modificada depois pelos britânicos. É um dos fortes de artilharia mais antigos do seu tipo no mundo. Ao redor, um calçadão costeiro permite caminhar junto à água com Valeta em frente, num dos melhores pontos para fotografar a capital. Dicas: combine as compras no The Point com o passeio pela orla de Tigné e a vista de Valeta, sobretudo ao entardecer. Daqui também saem alguns cruzeiros e ferries. O forte é visto por fora e do calçadão; o interior nem sempre está aberto ao público.
ℹ️ Distância: Ponta nordeste de Sliema; a pé desde o Ferries · Melhor época: Entardecer para a vista de Valeta; qualquer horário para as compras · Entrada: Grátis (shopping e calçadão). Forte Tigné, visita externa · Duração: 1 a 2 horas
5
Cruzeiros e passeios de barco saindo de Sliema
O ponto de partida dos grandes passeios pelo mar: Comino, Gozo, os portos e a Lagoa Azul.
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Sliema é, junto com Valeta, o grande porto de passeios marítimos de Malta. Da sua orla (o Strand e Tigné) saem diariamente cruzeiros e catamarãs de dia inteiro para a Lagoa Azul de Comino e para Gozo, além dos clássicos passeios 'Two Harbours', que percorrem o porto de Marsamxett e o Grande Porto mostrando Valeta e as Três Cidades a partir da água. É a forma mais cômoda de chegar à Lagoa Azul, de águas turquesa, sem depender do ferry local de Comino: os cruzeiros de dia inteiro saindo de Sliema costumam incluir tempo de banho na lagoa, paradas em enseadas e às vezes almoço a bordo. Também há saídas de meio dia, passeios ao pôr do sol e opções mais rápidas de lancha. Dicas: compare preços e o que cada cruzeiro inclui (almoço, bebidas, tempo real na lagoa). Na alta temporada a Lagoa Azul fica lotadíssima: vale sair cedo. Atenção ao vento, que pode alterar os roteiros. Reserve com antecedência no verão.
ℹ️ Distância: Saídas do Strand e de Tigné, na orla de Sliema · Melhor época: Verão; saídas pela manhã para fugir da multidão na lagoa · Entrada: Cruzeiro de dia inteiro para Comino/Gozo saindo de Sliema: €20-35 adulto, €10-20 criança conforme o barco e os serviços (verificado em julho de 2026) · Duração: Meio dia ou dia inteiro
6
Il-Fortizza e as baterias costeiras
Os vestígios militares britânicos e neomedievais espalhados pelo calçadão da Tower Road.
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Ao longo da Tower Road, o trecho do calçadão de Sliema voltado para o mar aberto, sobrevivem vários testemunhos do passado militar da península. O mais chamativo é Il-Fortizza, uma construção de aspecto medieval com ameias e torreões que, apesar do ar de castelo antigo, foi erguida pelos britânicos por volta de 1880 como bateria e ponto de defesa. Hoje abriga um restaurante, mas sua silhueta com ameias continua sendo um marco do calçadão. Perto ficam os restos da Sliema Point Battery (a 'Torre Sliema', 1872-1876) e outras baterias costeiras britânicas como a Cambridge e a Garden Battery, que formavam o cinturão defensivo do porto na época imperial. São marcas de quando Malta era peça-chave do poder naval britânico no Mediterrâneo. Dicas: dá para vê-las de passagem durante o passeio pela Tower Road, sem precisar pagar entrada. Combine com o banho nas plataformas de pedra desse mesmo trecho do litoral. Para contexto histórico, inclua a visita ao Forte Tigné, na ponta da península.
ℹ️ Distância: Na Tower Road, de frente para o mar aberto; a pé · Melhor época: Durante o passeio diurno pela Tower Road · Entrada: Grátis (visita externa; Il-Fortizza funciona como restaurante) · Duração: Vistas de passagem durante o passeio
7
Igreja de Stella Maris e o centro de Sliema
A igreja que deu origem à cidade e as ruas comerciais do coração de Sliema.
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Para dentro do calçadão, o centro de Sliema conserva a origem do povoado. A igreja de Stella Maris (Nossa Senhora Estrela do Mar), aberta ao culto em 1855, foi o núcleo em torno do qual a antiga vila de pescadores cresceu até virar cidade. Seu nome remete à antiga capela que servia de referência aos marinheiros e da qual Sliema tirou seu nome de 'paz'. A rede de ruas entre a igreja e o mar (Bisazza Street, High Street e arredores) é a área comercial tradicional: lojas, cafés, padarias e o dia a dia dos slimiżi. É o contraponto das torres modernas de Tigné: aqui ainda se veem casas em estilo maltês com suas típicas varandas fechadas de madeira (gallariji), embora muitas tenham sido substituídas por prédios. Dicas: é mais um passeio urbano do que um circuito de monumentos. Serve para ver a Sliema real, fazer compras e comer por preços melhores do que na orla. Combine com o calçadão para conhecer as duas caras da cidade: a histórica e a moderna.
ℹ️ Distância: Centro de Sliema, para dentro do calçadão; a pé · Melhor época: Qualquer dia; manhã ou tarde para compras e cafés · Entrada: Grátis (a igreja; pede-se respeito durante as missas) · Duração: 1 hora
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O que ninguém te conta

💵 Preços

Ingressos

TipoPreço
Ferry Sliema–La Valeta (adulto, ida)€1,50 de dia, €1,75 à noite (depois das 19:30); ida e volta €2,80 / €3,30 (Valletta Ferry Services, verificado em julho de 2026)
Ferry Sliema–La Valeta (niño)€0,50; passe semanal €10 (verificado em julho de 2026)
Paseo marítimo, plataformas de baño y Roman BathsGrátis (praias de pedra públicas)
Centro comercial The Point y frente de TignéGrátis (entrada livre)
Crucero de día completo a Comino/Gozo desde Sliema€20-35 adulto, €10-20 criança conforme o barco e os serviços (verificado em julho de 2026)
Bus Tallinja (billete sencillo)€2,00 no inverno (19 out-13 jun) e €2,50 no verão (14 jun-18 out), válido por 2 h com baldeações (Malta Public Transport, verificado em julho de 2026)
🔄 atualizado mensalmenteValores oficiais / de referência · confira na hora de comprar

Atividades e passeios

AtividadePreçoDuraçãoOperadora
Ferry para Valeta ida e volta€2,80 adulto (dia), €3,30 (noite) (verificado em julho de 2026)5 min por trechoValletta Ferry Services
Cruzeiro de dia inteiro para a Lagoa Azul (Comino) e Gozo€20-35 adulto, €10-20 criança (verificado em julho de 2026)Dia inteiroEmpresas de cruzeiros do Strand e de Tigné (Hera, Supreme, Captain Morgan e outras)
Cruzeiro 'Two Harbours' por Marsamxett e o Grande Porto€20-30 por pessoa (2025, referencial)1,5 a 2 hCruzeiros pelo porto saindo de Sliema
Banho nas plataformas de pedra e Roman BathsGrátis (praias públicas)Meio diaLitoral público da Tower Road / Qui-si-Sana
Caiaque, stand up paddle e snorkelA partir de €15-30 conforme a atividade e o aluguel (2025, referencial)1 a 3 hCentros náuticos de Sliema
🔄 atualizado mensalmenteValores oficiais / de referência · confira na hora de comprar

🚌 Como chegar e distâncias

No destino

Ônibus Tallinja (Malta Public Transport)
DuraçãoVariável
Preço
€2,00 no inverno / €2,50 no verão a passagem simples, válida por 2 h com baldeações; Explore Card €25 (7 dias ilimitado) (verificado julho 2026)
Observações
Não há trem nem metrô em Malta: o ônibus é a rede principal. Dos pontos do Sliema Ferries e do Savoy saem linhas para Valletta, St. Julian's, o aeroporto, Mdina/Rabat, Ċirkewwa (para a balsa para Gozo) e a ilha toda. Dá para pagar com o cartão Tallinja ou por aproximação (contactless) a bordo. Lá se dirige pela esquerda
Balsa para Valletta
Duração5 min
Preço
Adulto €1,50 de dia / €1,75 à noite só ida; ida e volta €2,80 / €3,30 (verificado julho 2026)
Observações
O jeito mais rápido e barato de ir até a capital. É uma empresa diferente dos ônibus: o passe Tallinja NÃO cobre a balsa. Saídas a cada 30 min, mais ou menos, do píer do Sliema Ferries
A pé pelo calçadão da orla
Grátis
DuraçãoVariável
Observações
Sliema é plana e a orla é ótima para caminhar. Dá para ir andando pela costa até St. Julian's e sua vida noturna em uns 20-30 minutos
Táxi e apps (Bolt, eCabs)
PreçoTarifas urbanas médias; até o aeroporto ~€20-30 (2025, referencial)
DuraçãoVariável
Observações
Bolt e eCabs funcionam bem e costumam sair mais baratos que os táxis brancos de ponto. Úteis à noite, quando o ônibus fica escasso. Atenção: lá se dirige pela esquerda
Aluguel de carro
PreçoA partir de €25-45/dia conforme a temporada (2025, referencial)
DuraçãoVariável
Observações
Útil para explorar a ilha, mas em Sliema é difícil estacionar e o trânsito é pesado. Dirige-se pela esquerda, herança britânica: atenção nas rotatórias e nos cruzamentos
🔄 atualizado mensalmenteValores oficiais / de referência · confira na hora de comprar

Como chegar

RotaCompanhias aéreas / empresasPreço médioDuração
Aeroporto de Malta (MLA) → SliemaÔnibus Tallinja (linhas X2 e outras), táxi ou transferÔnibus €2,00-2,50; táxi/transfer ~€20-30 (verificado julho 2026)30-45 min de ônibus (8-10 km)
Valletta → Sliema de balsaValletta Ferry Services€1,50 adulto só ida (de dia) (verificado julho 2026)5 min
Valletta → Sliema de ônibusTallinja (Malta Public Transport)€2,00-2,50 (verificado julho 2026)15-25 min conforme o trânsito
Ċirkewwa (balsa de Gozo) → SliemaÔnibus Tallinja€2,00-2,50 (verificado julho 2026)45-60 min
St. Julian's → SliemaA pé pelo calçadão, de ônibus ou de táxiA pé grátis; ônibus €2,00-2,5020-30 min a pé
🔄 atualizado mensalmenteValores oficiais / de referência · confira na hora de comprar

🏨 Onde dormir

Sem preços exatos: escala de $ (econômico) a $$$$$ (luxo), com 2 ou 3 opções por categoria.

Luxo (orla e Tigné)
Preço$$$$$
Opções recomendadas
US$ 200–450+ a diária; hotéis 5 estrelas no calçadão e em Tigné Point, muitos com vista para Valletta, piscina e spa (redes internacionais e hotéis boutique de alto padrão). Mais caros no verão
Intermediário (calçadão e centro)
Preço$$$$$
Opções recomendadas
US$ 90–180 a diária; muita oferta de hotéis 3-4 estrelas e apart-hotéis na orla e no centro, muito bem localizados para a balsa e os ônibus
Econômico e apartamentos
Preço$$$$$
Opções recomendadas
US$ 40–90 a diária; hostels, guesthouses e apartamentos pelo Airbnb no interior de Sliema. Sliema é uma das melhores bases baratas e bem conectadas de Malta

🍴 Onde comer

Cocina maltesa y mediterránea
Preço$$$$$
Opções / prato típico
€15–30 por prato; restaurantes de peixe, massas e pratos malteses (fenkata de coelho, ftira, bragioli) na orla e no centro. O custo-benefício é melhor nas ruas de dentro do que de frente para o mar
Internacional y cadenas
Preço$$$$$
Opções / prato típico
€12–25 por pessoa; muita opção internacional (italiana, asiática, hambúrguer) no Strand e no The Point, prática e variada, embora um pouco turística
Cafés, pastizzi y comida al paso
Preço$$$$$
Opções / prato típico
€2–8; os famosos pastizzi (pastelzinhos de ricota ou ervilha) e a ftira maltesa por poucos euros em padarias e quiosques; ideais para o café da manhã ou para comer barato de frente para o mar
Alta cocina y rooftops
Preço$$$$$
Opções / prato típico
€40–80 por pessoa; restaurantes autorais e bares nos rooftops de hotéis de luxo com vista para Valletta, para um jantar especial (vale reservar)

📖 História de Sliema

Origem, formação e o que dizem as fontes.

Il-Qortin: a ponta deserta que rezava para a Estrela do Mar

É difícil imaginar hoje, passeando entre torres de apartamentos e shoppings, mas durante séculos a península onde fica Sliema foi um descampado quase desabitado, castigado pelo vento e pelo mar. Era conhecida como il-Qortin, um topônimo maltês que designa um planalto rochoso e estéril. Não havia povoado nem vilarejo: só campos pobres, pedreiras, uma ou outra torre de vigia e um punhado de pescadores que trabalhavam nas águas do porto de Marsamxett, em frente ao que viria a ser Valletta.

Naquela ponta nua havia uma modesta capela dedicada à Virgem sob a invocação de Stella Maris, 'Estrela do Mar', padroeira dos marinheiros. A capela servia de farol espiritual e de referência visual para os pescadores que saíam para o mar e voltavam: era o ponto que eles procuravam com os olhos para se orientar. Dessa invocação mariana, que falava de calma e proteção, veio com o tempo o nome do lugar: Sliema, palavra maltesa ligada à ideia de 'paz', 'sossego' e 'saúde', e também à saudação de boas-vindas.

A Sliema primitiva foi, então, mar e oração: uma costa de pescadores que se confiavam a uma estrela. Nada indicava que aquele subúrbio esquecido acabaria virando a cidade mais moderna, densa e cosmopolita de todo o arquipélago maltês. A transformação levaria séculos para chegar, e viria primeiro pelas mãos da guerra.

en.wikipedia.org · Sliemasliemalc.gov.mt · Geography historybeststaymalta.wordpress.com · History of sliema

O Grande Cerco de 1565 e a morte de Dragut

O episódio histórico mais dramático ligado a esta costa aconteceu em 1565, durante o Grande Cerco de Malta, um dos confrontos decisivos entre o Império Otomano e a cristandade no Mediterrâneo. Naquele verão, uma enorme frota e um exército otomanos, enviados pelo sultão Solimão, o Magnífico, desembarcaram na ilha com o objetivo de arrasar os Cavaleiros de São João (os Cavaleiros de Malta) e tomar a ilha como trampolim para a Europa. Os defensores eram poucos: algumas centenas de cavaleiros e alguns milhares de soldados e malteses, contra dezenas de milhares de atacantes.

A ponta de il-Qortin, a futura Sliema, virou um acampamento otomano. Dessas alturas, sobre o porto de Marsamxett, as baterias turcas sob o comando do temido corsário Dragut (Turgut Reis) bombardeavam o Forte Santo Elmo, que ficava na ponta da frente e cuja tomada era fundamental para o cerco. Santo Elmo resistiu semanas com um heroísmo que se tornou lendário, e sua defesa obstinada, até o último homem, sangrou o atacante e o fez perder um tempo precioso.

Foi justamente aqui, nesta costa, que Dragut encontrou a morte. Enquanto dirigia o fogo contra Santo Elmo, uma bala de canhão disparada do forte (segundo a tradição, um estilhaço de pedra ricocheteado) o feriu mortalmente na cabeça. A morte de um dos melhores estrategistas otomanos foi um golpe moral enorme para os sitiantes. O Grande Cerco terminou em setembro de 1565 com a retirada otomana e a vitória dos Cavaleiros, um feito celebrado em toda a Europa e que consagrou Malta como bastião cristão. A ponta de Sliema, palco daquele drama, voltou depois ao seu silêncio de descampado à beira-mar.

en.wikipedia.org · Great Siege of Maltaen.wikipedia.org · Sliemamalta.com · The great siege knights of malta and…📄 2026

Forte Tigné e as fortificações: dos Cavaleiros aos britânicos

Depois do Grande Cerco, os Cavaleiros de São João fortificaram cada vez mais o arquipélago. A ponta de Sliema, que dominava a entrada do porto de Marsamxett, era estratégica demais para ficar sem defesas. No fim do século XVIII, entre 1793 e 1795, a Ordem ergueu ali o Forte Tigné, uma fortificação poligonal de artilharia —um projeto moderno para a época— destinada a proteger o porto e a atacar qualquer frota inimiga que tentasse se aproximar. Foi uma das últimas grandes obras militares dos Cavaleiros em Malta, já que em 1798 a Ordem foi expulsa por Napoleão, que tomou a ilha a caminho do Egito.

O domínio francês durou pouco: em 1800, com ajuda britânica, os malteses expulsaram os franceses, e Malta passou para a órbita do Império Britânico, que a transformou em uma de suas grandes bases navais no Mediterrâneo. Os britânicos logo entenderam o valor militar da península de Sliema e a encheram de fortificações ao longo do século XIX. Ampliaram e modernizaram o Forte Tigné e construíram um cinturão de baterias costeiras: a Sliema Point Battery (1872-1876), a Cambridge Battery (1878-1886) e a Garden Battery (1889-1894), pensadas para defender o acesso ao porto com a artilharia da era industrial.

Dessa época é também a curiosa Il-Fortizza, uma construção com cara neomedieval, com ameias e torreões, erguida pelos britânicos por volta de 1880 na Tower Road (hoje transformada em restaurante). E em 1881 foi instalada na costa a primeira usina de dessalinização de água do mar da ilha, para abastecer os quartéis britânicos. Sliema começava, aos poucos, a ser povoada: primeiro por soldados e estruturas militares, e logo depois também por famílias.

en.wikipedia.org · Fort Tignéen.wikipedia.org · Sliemasliemalc.gov.mt · Geography history

De vila de pescadores a balneário da burguesia

O verdadeiro nascimento de Sliema como povoado aconteceu em meados do século XIX. O marco foi religioso: em 1855 foi aberta ao culto uma nova igreja dedicada a Nossa Senhora Estrela do Mar (Stella Maris), herdeira daquela velha capela que tinha dado nome ao lugar. Em volta do templo, a pequena vila de pescadores começou a crescer e a se organizar como comunidade, com suas ruas, suas casas e sua própria paróquia.

O que fez o crescimento disparar foi a moda da temporada de verão. Na segunda metade do século XIX, as famílias abastadas de Valletta e das Três Cidades descobriram Sliema como lugar de descanso no verão: ficava em frente à capital, a uma curta travessia de barco, tinha ar limpo de mar aberto e espaço para construir. Começaram a surgir elegantes casas de veraneio em estilo vitoriano, com jardins e varandas, e ao longo da costa apareceram mansões, hotéis e as típicas sacadas fechadas de madeira (gallariji), que são símbolo da arquitetura maltesa. Sliema virou o balneário chique da ilha, o lugar onde a burguesia de Valletta passava o verão.

O mar calmo da costa, com suas plataformas de rocha, era ótimo para banho, e chegaram a escavar piscinas retangulares na pedra —os mal chamados Roman Baths, que de romanos não têm nada, já que são do fim do século XIX— para nadar mais protegido. No começo do século XX, Sliema já era uma cidade de verdade, com bondes, comércio e vida social própria, muito diferente da ponta deserta que tinha sido apenas algumas décadas antes.

en.wikipedia.org · Sliemasliemalc.gov.mt · Geography historybeststaymalta.wordpress.com · History of sliema

Guerra, independência e o boom do concreto

O século XX pôs Sliema à prova, como toda Malta. Durante a Segunda Guerra Mundial, a ilha, base-chave da frota britânica no Mediterrâneo, sofreu um dos bombardeios mais intensos do conflito: entre 1940 e 1943, a aviação italiana e alemã despejou milhares de toneladas de bombas sobre os portos e as cidades. Sliema, colada ao porto de Marsamxett e aos alvos militares, teve sua parte de destruição, e muitas famílias se abrigaram em túneis e refúgios escavados na rocha. A resistência do povo maltês durante aquele cerco aéreo rendeu à ilha inteira a George Cross, a mais alta condecoração civil britânica, em 1942.

Depois da guerra veio a descolonização. Malta conquistou a independência do Reino Unido em 21 de setembro de 1964, proclamou-se república em 1974 e viu partir a última guarnição britânica em 1979. Sliema, como o resto do país, entrou em uma nova era: a do turismo internacional e do desenvolvimento imobiliário. A partir dos anos sessenta e setenta, e com mais força nas últimas décadas, a cidade viveu um boom da construção que mudou completamente sua fisionomia.

Aquele charme vitoriano foi se perdendo sob a picareta: os casarões e as mansões com jardim que margeavam a Tower Road foram demolidos um atrás do outro e substituídos por prédios de apartamentos cada vez mais altos. A antiga área militar de Tigné Point se transformou em um empreendimento moderno de torres residenciais, escritórios e o shopping The Point. Sliema perdeu boa parte de seu patrimônio histórico, algo que muitos malteses lamentam, mas ganhou densidade, serviços e vida urbana.

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A Sliema de hoje: a cara moderna de Malta

A Sliema do século XXI é a cidade mais moderna, populosa e cosmopolita do arquipélago maltês, e o grande polo turístico e comercial do país, junto com a vizinha St. Julian's. Seu longo calçadão à beira-mar, que contorna a península desde o píer da balsa até a Tower Road e segue rumo a St. Julian's, é o cenário diário da vida ao ar livre: gente caminhando, correndo, passeando com o cachorro ou tomando um café de frente para o mar, com a dourada Valletta recortada na margem oposta.

É uma cidade de contrastes. Ao lado das torres de vidro de Tigné e dos shoppings sobrevivem a velha igreja de Stella Maris, uma ou outra sacada de madeira, os restos da Il-Fortizza e das baterias britânicas, e a balsa de sempre cruzando o porto em cinco minutos, exatamente como há um século. Sliema não tem o peso histórico de Valletta nem o silêncio medieval de Mdina, e quem procura monumentos vai ter que ir a outro lugar; mas como base para conhecer Malta é difícil de superar, pelas conexões, pela oferta de hotéis para todos os bolsos e pela localização.

Daquele il-Qortin deserto onde alguns pescadores rezavam para a Estrela do Mar, Sliema se tornou, em menos de dois séculos, o coração moderno de Malta. Sua história —campo de batalha otomano, cinturão de fortes britânicos, balneário vitoriano e hoje metrópole costeira de concreto e vidro— resume, em miniatura, a de toda a ilha: um cruzamento de impérios, mares e culturas no centro do Mediterrâneo. E seu nome, que significa paz, continua prometendo o mesmo que aqueles marinheiros buscavam: um refúgio diante do mar.

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📚 Bibliografia

  • Wikipedia (EN) — «Sliema» — https://en.wikipedia.org/wiki/Sliema
  • Wikipedia (EN) — «Fort Tigné» — https://en.wikipedia.org/wiki/Fort_Tign%C3%A9
  • Wikipedia (EN) — «Great Siege of Malta» — https://en.wikipedia.org/wiki/Great_Siege_of_Malta
  • Sliema Local Council — Geography & History — https://sliemalc.gov.mt/en/geography-history/
  • Best Stay Malta — History of Sliema — https://beststaymalta.wordpress.com/tag/history-of-sliema/
  • Malta.com — The Great Siege, the Knights and Napoleon — https://web.archive.org/web/20260905202137/https://www.malta.com/en/about-malta/history/the-great-siege-knights-of-malta-and-napoleon
  • International Living — Sliema, Malta — https://internationalliving.com/countries/malta/sliema-malta/
  • ST Hotels — All you need to know about Sliema — https://sthotelsmalta.com/all-you-need-to-know-about-sliema-malta/

❓ Perguntas frequentes

Vale a pena se hospedar em Sliema para conhecer Malta?+
Sim, é uma das melhores bases do país. Sliema não tem grandes monumentos, mas é muito bem conectada: daqui saem a balsa para Valletta (5 minutos), vários ônibus Tallinja para a ilha toda e os passeios de barco para Comino e Gozo. Tem toda a infraestrutura (hotéis para todos os bolsos, restaurantes, supermercados, lojas) e fica colada à agitação de St. Julian's. É confortável, prática e tem um clima ótimo, ideal se você quer se locomover fácil sem carro.
Como vou de Sliema para Valletta?+
O melhor é a balsa da Valletta Ferry Services, que atravessa o porto em uns 5 minutos com saídas a cada meia hora: custa €1,50 para adulto de dia (€1,75 à noite) e te deixa ao pé das muralhas, com uma vista espetacular. Também há ônibus Tallinja que contornam o porto em 15-25 minutos por €2,00-2,50. Atenção: a balsa é paga à parte, o passe de ônibus Tallinja não cobre. Faça a travessia no fim da tarde para ver a capital iluminada.
Sliema tem praia?+
De areia, não: a costa de Sliema é de rocha plana. Nada-se a partir das plataformas rochosas da Tower Road e de Qui-si-Sana, e nas chamadas Roman Baths, umas piscinas escavadas na rocha. A água é limpa e transparente. Leve sapatilha de neoprene, porque a rocha é escorregadia e pode ter ouriços. Se você procura areia, as praias de areia de Malta ficam no norte (Mellieħa, Golden Bay) ou em Gozo (Ramla Bay).
Como chego de Sliema à Lagoa Azul de Comino?+
O jeito mais prático é pegar um dos passeios de barco de dia inteiro que saem da orla de Sliema (Strand e Tigné) rumo a Comino e Gozo: custam €20-35 por adulto e incluem tempo para banho na Lagoa Azul. A alternativa é ir de ônibus até Ċirkewwa (norte da ilha) e de lá pegar a balsa local para Comino. No verão a lagoa fica lotada: saia cedo.
Em Malta se dirige pela esquerda?+
Sim. Malta foi colônia britânica até 1964 e mantém o volante do lado direito e a mão inglesa. É importante lembrar disso ao atravessar a rua (olhe primeiro para a direita) e, principalmente, se for alugar carro: rotatórias e cruzamentos funcionam ao contrário do que estamos acostumados no Brasil. Em Sliema, além disso, o trânsito é pesado e estacionar é difícil.
Quantos dias fico em Sliema?+
Sliema em si se conhece em meio dia (calçadão, plataformas de banho, compras). Mas como base para percorrer Malta, o ideal é ficar de 3 a 5 dias e usá-la como ponto de partida para visitar Valletta, Mdina, Marsaxlokk, Comino e Gozo em bate-voltas. A localização e as conexões a tornam perfeita para isso.

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