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Palma de Maiorca
🇪🇸 Espanha · Maiorca, Ilhas Baleares

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📌Ilha
Palma (oficialmente 'Palma' desde 2016; quase todo mundo continua dizendo Palma de Maiorca) é a capital da ilha de Maiorca e da comunidade autônoma das Ilhas Baleares, no Mediterrâneo ocidental, em frente à costa leste da Espanha. Segundo o INE, tinha 434.786 habitantes em 2025, o que a torna a cidade que concentra quase todo o movimento da ilha. Fica numa baía ampla, com o centro histórico colado ao mar e protegido por muralhas renascentistas. É conhecida pela Catedral de Santa María, La Seu, uma mole gótica que se vê da água e que passou por reformas de Antoni Gaudí entre 1904 e 1914. Ao lado fica o Palácio Real de La Almudaina, que foi alcácer muçulmano, e na colina a oeste o Castell de Bellver, um castelo gótico de planta circular. A cidade foi romana, depois muçulmana com o nome de Madina Mayurqa, e cristã desde que Jaime I a conquistou em 31 de dezembro de 1229. Hoje vive do turismo: seu aeroporto movimentou 33,8 milhões de passageiros em 2025, segundo a Aena. Mas tem vida própria o ano todo, com mercados, bairros de bares e museus de arte que valem a visita mesmo que você não venha pela praia.
🗣️Moeda e idioma
Paga-se em euros e o cartão é aceito em quase todo lugar, inclusive nos ônibus urbanos da EMT. Os idiomas oficiais são o catalão (na variante maiorquina) e o castelhano. Você vai ver placas e nomes de ruas em catalão: 'carrer' é rua, 'plaça' é praça, 'mercat' é mercado. Com castelhano você se vira sem problemas em qualquer lugar.
📌Melhor época
Maio, junho, setembro e outubro são os meses mais equilibrados: faz calor para praia e os preços ainda não são os de agosto. Segundo o Kayak, agosto é o mês mais caro para se hospedar em Palma e novembro o mais barato. Atenção ao imposto de turismo sustentável: a alta temporada vai de 1º de maio a 31 de outubro e nesse período a taxa é quatro vezes mais cara que no inverno. No inverno muitos hotéis de praia fecham, mas a cidade segue aberta e os museus funcionam normalmente.
📌Visto e entrada
Argentinos, uruguaios, chilenos, mexicanos, colombianos e peruanos não precisam de visto para estadias de turismo de até 90 dias dentro do espaço Schengen. Desde 10 de abril de 2026 o EES (Entry/Exit System) funciona a pleno: no primeiro controle Schengen coletam suas impressões digitais e tiram sua foto, em vez de carimbar o passaporte. Se você chegar via Madri ou Barcelona, esse controle é feito lá, não em Palma. O ETIAS (autorização prévia online, € 20) ainda não é cobrado: a UE adiou para 2027 sem data firme.
💱 Câmbio: USD
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Palma é a porta de entrada para Maiorca, mas ficar só com a ideia de 'cidade de passagem rumo à praia' é perder metade. Tem um centro histórico de ruas estreitas e pátios senhoriais, uma catedral gótica que se debruça sobre o mar e bairros como Santa Catalina, onde o pessoal sai para comer e beber até tarde. Tudo fica perto: num dia a pé você vê a Catedral, a Almudaina, a Lonja e o Born sem pegar ônibus.

Para quem viaja com orçamento apertado, Palma tem truques. O Castell de Bellver é grátis aos domingos. A Almudaina é grátis para cidadãos ibero-americanos às quartas e domingos à tarde. A Fundació Miró não cobra aos sábados a partir das 15h. O Es Baluard tem as sextas de 'pague o que quiser'. As praias urbanas são públicas, e o menu do dia no almoço é a melhor forma de comer bem sem pagar preço de turista.

Além disso, é uma base cômoda para conhecer a ilha. Da estação de Plaça d'Espanya sai o trem de madeira para Sóller, que atravessa a Serra de Tramuntana. Há excursões às Cuevas del Drach, a Valldemossa e a enseadas do sul. E a conexão aérea é enorme: dezenas de voos diários para Madri e Barcelona, e balsas noturnas para a península. Se você vai entrar na Europa pela Espanha, Palma é um bom lugar para começar ou terminar a viagem.

📖 História de Palma de Maiorca

Os romanos fundaram a cidade em 123 a.C., quando o cônsul Quinto Cecílio Metelo conquistou as Baleares; chamaram-na Palma. Depois de séculos de decadência, vândalos e bizantinos, em 903 o general Isam al-Jaulani a tomou e a cidade passou a se chamar Madina Mayurqa. Por mais de três séculos foi um porto muçulmano próspero: dessa época restam os Banys Àrabs (Banhos Árabes) e a base da Almudaina, o antigo alcácer. Em 31 de dezembro de 1229 Jaime I de Aragão entrou na cidade e a transformou em Ciutat de Mallorca, capital de um reino próprio. Nesse mesmo período começou a Catedral, sobre a antiga mesquita maior; foi consagrada em 1346 e as obras continuaram até 1601. Jaime II mandou construir o Castell de Bellver entre 1300 e 1311, e no século XV Guillem Sagrera ergueu a Lonja dos mercadores. O Reino de Maiorca acabou absorvido pela Coroa de Aragão no século XIV e a cidade perdeu peso político. Bellver funcionou como prisão durante séculos: ali esteve preso Gaspar Melchor de Jovellanos entre 1802 e 1808. No início do século XX, Antoni Gaudí reformou o interior da Catedral (1904-1914). A grande mudança veio nos anos 60 com o turismo de massa: a ilha passou de cerca de 500.000 visitantes em 1960 para mais de 6,7 milhões em 1997. Joan Miró viveu e pintou em Palma suas últimas décadas, e seu ateliê hoje é museu. Em 2016 a Prefeitura fixou 'Palma' como nome oficial. Hoje a cidade discute como conviver com o turismo: o imposto de turismo sustentável, em vigor desde 2016, financia projetos ambientais e patrimoniais.

🗺️ O que ver

Passeios que dá para reservar

Um guia que mora no lugar conta em meia hora o que nenhuma placa explica. Nós buscamos na Civitatis: com guia em espanhol e reserva online sem complicação. Em Palma Mallorca eles têm mais de 20 passeios. E aqui tem free tours: você reserva sem pagar nada e no final dá ao guia o que achar justo, então experimentar não custa nada. Aqui embaixo deixo três para você ver do que se trata: toque em qualquer uma e abrem todas.

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1
Catedral de Maiorca (La Seu)
A catedral gótica diante do mar: o símbolo de Palma, com reformas de Gaudí e uma capela de cerâmica de Miquel Barceló.
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A Catedral de Santa María, que em Maiorca todo mundo chama de La Seu (assim se diz 'catedral' em catalão), é a imagem de Palma. Jaime I decidiu construí-la depois da conquista de 1229 sobre a mesquita maior; foi consagrada em 1346 e as obras terminaram em 1601. É gótico levantino, com uma nave central de cerca de 44 metros de altura interna e uma rosácea de uns 13 metros de diâmetro. Por dentro há duas intervenções modernas que surpreendem. Entre 1904 e 1914 Antoni Gaudí reorganizou o presbitério e pendurou o baldaquino de ferro sobre o altar. E entre 2001 e 2006 o artista maiorquino Miquel Barceló cobriu a capela do Santíssimo com um mural de cerâmica que representa a multiplicação dos pães e dos peixes. A visita turística é de segunda a sábado; o domingo é para o culto. Além disso, existe o roteiro pelos terraços (os telhados), com visitas a cada 30 minutos, só para maiores de 9 anos. A melhor foto externa é tirada do Parc de la Mar, com a catedral refletida no lago. Compre online em catedraldemallorca.org para não pegar fila.
ℹ️ Distância: Na borda sul do centro histórico, junto à Almudaina e ao Parc de la Mar · Melhor época: De manhã cedo (abre às 10h) ou no fim da tarde para a foto do Parc de la Mar · Entrada: Visita geral € 10; menores de 8 anos grátis (fonte: The Calendar Mallorca, agenda local, verificado em outubro de 2026). Combinado catedral + terraços + Museu de Arte Sacra € 25; residentes nas Baleares € 8 (fonte: Majorca Daily Bulletin, março de 2026). Até 30 de novembro: segunda a sexta 10h às 17h15, sábados 10h às 14h15, domingo fechado · Duração: 1 a 1,5 hora; 2 horas se incluir os terraços
2
Palácio Real de La Almudaina (Palau de l'Almudaina)
O antigo alcácer muçulmano transformado em palácio dos reis de Maiorca, reaberto em 2026 com um roteiro novo.
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Em frente à Catedral fica La Almudaina, que foi alcácer dos governantes muçulmanos de Madina Mayurqa e depois palácio dos reis de Maiorca a partir da conquista de 1229. Hoje é administrado pelo Patrimonio Nacional e continua sendo residência oficial do Rei da Espanha para atos na ilha. O palácio fechou em janeiro de 2026 para uma reforma da visita e reabriu ao público em 29 de julho de 2026, com um roteiro renovado. Veem-se salões reais com tapeçarias e móveis, a capela gótica de Santa Ana e os pátios com vista para a baía. O dado-chave para latino-americanos: a entrada é gratuita para cidadãos ibero-americanos e da União Europeia às quartas e domingos das 15h às 19h (de outubro a março até as 18h). Esses ingressos gratuitos só são retirados na bilheteria, mostrando passaporte ou documento. No resto do tempo custa € 8. Fecha às segundas e a bilheteria fecha uma hora antes do palácio. Há visita guiada em horários fixos.
ℹ️ Distância: Em frente à Catedral, junto ao Parc de la Mar · Melhor época: Quarta ou domingo à tarde se você é latino-americano (grátis); fora desses horários, logo que abrir · Entrada: Básica € 8; reduzida € 5 (maiores de 65, de 5 a 16 anos e estudantes até 25); online soma € 0,77 de taxa; visita guiada € 16 (fonte: tickets.patrimonionacional.es, verificado em outubro de 2026). Grátis quartas e domingos 15h-19h (out-mar até 18h) para ibero-americanos e cidadãos da UE, só na bilheteria · Duração: 1 a 1,5 hora
3
Castelo de Bellver (Castell de Bellver)
Castelo gótico de planta circular no alto de um bosque, com a melhor vista da baía e o Museu de História de Palma.
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O Castell de Bellver foi construído entre 1300 e 1311 por ordem de Jaime II de Maiorca, com projeto do mestre Pere Salvà. O que chama a atenção é a forma: muralha, pátio, torres e torre de menagem são circulares. Fica a 112 metros acima do nível do mar, numa colina arborizada a cerca de 3 km do centro. Foi residência real e depois prisão durante séculos. Gaspar Melchor de Jovellanos esteve preso aqui entre 1802 e 1808. Hoje funciona ali dentro o Museu de História da Cidade, com peças que vão da época romana à moderna. Mas o que a maioria vem buscar é o terraço: de cima se vê toda a baía, o porto, a Catedral e a Serra de Tramuntana. Para subir há duas opções: ônibus da EMT até a região de El Terreno e depois uma caminhada em subida pelo bosque, ou táxi até a porta. A subida a pé é íngreme: leve calçado confortável e água. O ônibus turístico também para perto. É grátis aos domingos e para menores de 14. Às segundas fecha o ano todo.
ℹ️ Distância: A cerca de 3 km do centro, na colina de Bellver, acima do bairro de El Terreno · Melhor época: Domingo (grátis) ou no fim da tarde na temporada de primavera-verão · Entrada: Geral € 4; reduzida € 2 (aposentados, 14 a 18 anos); residentes em Palma € 2,50; menores de 14 grátis; domingos grátis (fonte: castelldebellver.palma.es, última atualização março de 2025, verificado em outubro de 2026). Out-mar: terça a sábado 10h-18h, domingos 10h-15h; segunda fechado · Duração: 1,5 a 2 horas com a subida
4
Centro histórico, pátios e Banhos Árabes (Banys Àrabs)
Labirinto de ruas medievais com pátios senhoriais e um dos poucos vestígios da Palma muçulmana: os banhos do século X.
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O centro histórico de Palma se percorre a pé e sem pressa. Atrás da Catedral começa o bairro de Calatrava e o antigo bairro judeu (o Call), com ruas estreitas, conventos e casas nobres. Muitas dessas casas têm 'pátios maiorquinos': entradas amplas com escadas de pedra e colunas, que dá para espiar da porta quando o portão está aberto. De vez em quando a Prefeitura organiza jornadas de pátios abertos. Dentro deste bairro ficam os Banys Àrabs (Banhos Árabes), na Carrer de Can Serra. São uma sala abobadada com colunas, parte de um antigo banho da época muçulmana, cercada por um jardim. É pequeno: vê-se em meia hora lendo as placas. Para quem se interessa pelo passado islâmico da cidade vale a parada, e a entrada é barata. Dica: perca-se sem mapa entre a Catedral, a Plaça de Santa Eulàlia e a igreja de Sant Francesc. Se quiser contexto, há free tours diários pelo centro histórico que funcionam na base da gorjeta.
ℹ️ Distância: Atrás da Catedral; os Banhos Árabes, a cerca de 3 minutos a pé de La Seu · Melhor época: O ano todo; no verão, de manhã cedo ou à tarde por causa do calor · Entrada: Ruas grátis. Banhos Árabes: € 3,50 adultos; grátis até 10 anos (fonte: guias de viagem online, agregador, verificado em outubro de 2026; confirmar no local) · Duração: Meio dia para o bairro; 30 minutos para os Banhos Árabes
5
Parc de la Mar e muralhas
Lago artificial e passeio junto às muralhas, com a vista mais fotografada da Catedral. Grátis e aberto o dia todo.
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O Parc de la Mar é o espaço verde que separa a Catedral do mar. Foi criado no século XX sobre terrenos ganhos da água e tem um grande lago artificial que reflete a fachada sul de La Seu e a Almudaina. É a foto clássica de Palma, sobretudo ao entardecer, quando a pedra fica dourada. Em cima do parque correm as muralhas renascentistas que protegiam a cidade. Há um caminho sobre elas que conecta a região da Catedral com o Es Baluard e outro para o leste, rumo ao bairro de Portixol. No parque há um mural de cerâmica de Joan Miró e espaços onde no verão acontecem shows e cinema ao ar livre. Daqui começa o Passeig Marítim, a orla que contorna o porto até a zona dos iates. Dá para caminhar ou pedalar pela ciclovia até Portixol e Ciutat Jardí, pela costa leste. É um programa grátis para qualquer hora do dia; leve água no verão porque há pouca sombra.
ℹ️ Distância: Ao pé da Catedral, entre o centro histórico e o mar · Melhor época: Entardecer, o ano todo · Entrada: Grátis (espaço público) · Duração: 30 minutos a 2 horas, conforme quanto você caminhar
6
Es Baluard Museu d'Art Contemporani
Museu de arte moderna e contemporânea dentro de um baluarte renascentista, com terraços abertos sobre a baía de Palma.
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O Es Baluard ocupa o Baluard de Sant Pere, um dos bastiões da muralha renascentista de Palma, na extremidade oeste do centro histórico. O prédio mistura a pedra antiga com arquitetura moderna, e só percorrer os terraços e a antiga cisterna já vale a visita. O acervo cobre arte moderna e contemporânea com foco em artistas ligados às Baleares, e se completa com mostras temporárias. Em 2026 a programação incluiu uma grande exposição de Jannis Kounellis, e o museu colabora com a intervenção de Katharina Grosse na Lonja. O melhor para o bolso: às sextas funciona o «Tú decides», em que você paga o que quiser a partir de € 0,10. Se chegar de bicicleta, a entrada custa € 2. Abre de terça a sábado das 10h às 20h e aos domingos das 10h às 15h; às segundas fecha. O complexo cultural (terraços e café) abre todos os dias até a noite, então dá para subir e ver o pôr do sol mesmo sem entrar no museu.
ℹ️ Distância: Plaça de la Porta de Santa Catalina, extremidade oeste do centro histórico, a poucos passos de Santa Catalina · Melhor época: Sexta (pague o que quiser) ou ao entardecer pelos terraços · Entrada: Geral € 8; reduzida € 5,50; chegando de bike € 2; sextas «Tú decides» a partir de € 0,10 (fonte: esbaluard.org, verificado em outubro de 2026) · Duração: 1,5 a 2 horas
7
Os ateliês onde Joan Miró pintou suas últimas décadas, conservados com pincéis e telas, mais um prédio de Rafael Moneo.
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Joan Miró se instalou em Palma em 1956 e trabalhou aqui até sua morte em 1983. A Fundació Pilar i Joan Miró conserva os espaços onde ele pintava: o Taller Sert, um ateliê luminoso projetado por seu amigo, o arquiteto Josep Lluís Sert, que se vê como Miró o deixou, com cavaletes, pincéis e obras inacabadas; e Son Boter, uma casa maiorquina do século XVIII onde o artista fez esboços a carvão diretamente nas paredes. Há ainda um prédio de exposições, o Espai Estrella, obra de Rafael Moneo, com mostras rotativas do acervo e de artistas contemporâneos. Em 2026 houve uma mostra dedicada a Pilar Juncosa, a esposa de Miró. Fica em Cala Major, a oeste do centro, e se chega de ônibus da EMT. A entrada é grátis aos sábados a partir das 15h e no primeiro domingo de cada mês das 10h às 15h, e sempre para menores de 16. Fecha às segundas. Para de vender ingressos 45 minutos antes do fechamento.
ℹ️ Distância: Em Cala Major, a oeste do centro de Palma; chega-se de ônibus urbano · Melhor época: Sábado a partir das 15h ou primeiro domingo do mês (grátis) · Entrada: Geral € 10; reduzida € 6,50 (maiores de 66, carteira jovem); residentes em Palma € 4; menores de 16 grátis; grátis aos sábados a partir das 15h e no primeiro domingo do mês (fonte: miromallorca.com, verificado em outubro de 2026) · Duração: 1,5 a 2 horas
8
La Lonja (Sa Llotja)
A antiga bolsa de comércio gótica do século XV, obra de Guillem Sagrera, hoje sala de exposições com entrada livre.
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Sa Llotja (La Lonja) é o edifício civil gótico mais importante de Palma. Foi construído pelo arquiteto maiorquino Guillem Sagrera entre 1426 e 1452 para que os mercadores fechassem negócios quando Maiorca era uma potência comercial do Mediterrâneo. Por fora parece um castelo, com torres nos cantos; por dentro é uma única sala enorme com colunas helicoidais que se abrem como palmeiras em direção à abóbada. Hoje é usado como sala de exposições do governo balear. De 27 de maio de 2026 até 31 de janeiro de 2027 abriga 'Arrels', uma intervenção imersiva da artista alemã Katharina Grosse em colaboração com o Es Baluard. A entrada é gratuita. Atenção: quando não há mostra, o prédio pode estar fechado. Ao lado fica o Consolat de Mar, sede da presidência do governo balear, e ao redor o bairro de La Llotja, cheio de bares e restaurantes para a noite.
ℹ️ Distância: Passeig de Sagrera, de frente para o porto, entre a Catedral e o Es Baluard · Melhor época: Quando houver exposição aberta; consulte antes de ir · Entrada: Grátis (fonte: planomato, agenda cultural, verificado em outubro de 2026). Abre de terça a domingo; fecha às segundas · Duração: 30 minutos a 1 hora
9
Basílica de Sant Francesc
Igreja gótica do século XIII com um claustro de laranjeiras e o sepulcro de Ramon Llull, o grande filósofo maiorquino.
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A Basílica de Sant Francesc é uma das igrejas mais antigas de Palma, erguida pelos franciscanos depois da conquista cristã. A fachada é sóbria, com uma grande rosácea, e por dentro o templo mistura a estrutura gótica com altares barrocos muito carregados. O mais valioso são duas coisas. Primeiro, o sepulcro de Ramon Llull, o filósofo, escritor e místico maiorquino da Idade Média, num sarcófago de alabastro entalhado do século XV. Segundo, o claustro gótico, com arcos finos, laranjeiras e limoeiros e um poço no centro: um dos cantos mais tranquilos do centro histórico. Atenção que há uma escola ao lado e em horário escolar pode haver barulho. Na praça em frente há uma estátua de frei Junípero Serra, o missionário maiorquino que fundou missões na Califórnia. Cobra-se entrada para a basílica e o claustro. Vá com os ombros cobertos e evite shorts muito curtos. Aos domingos à tarde costuma estar fechada para turismo.
ℹ️ Distância: Plaça de Sant Francesc, em pleno centro histórico · Melhor época: De manhã, de segunda a sábado · Entrada: Cobra-se entrada para basílica e claustro; o valor não está publicado em um site oficial (os agregadores dão cifras diferentes, verificado em outubro de 2026). Confirme na bilheteria ou pelo telefone 971 712 695 · Duração: 45 minutos a 1 hora
10
Passeig des Born, Plaça Major e Plaça de Cort
O eixo urbano de Palma: o passeio arborizado do Born, a praça maior com arcadas e a Prefeitura com sua oliveira milenar.
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Para entender como Palma vive, é preciso percorrer seu eixo central. O Passeig des Born é um bulevar com plátanos e bancos de pedra que sobe do mar em direção à Plaça del Rei Joan Carles I; nas laterais há palácios, lojas e o Palau Solleric, que abriga exposições. Dali sai a Avinguda de Jaume III, a rua das lojas de grife. Subindo por ruas de pedestres você chega à Plaça Major, uma praça com arcadas fechada, com terraços de bares e artistas de rua. Bem perto fica a Plaça de Cort, em frente à Prefeitura, com uma oliveira enorme e retorcida que todo mundo fotografa. Na região também estão os edifícios modernistas da Plaça del Mercat, como o Gran Hotel e as casas Casasayas, do início do século XX. Da Plaça Major nasce La Rambla, com bancas de flores. Tudo é gratuito e dá para percorrer em uma tarde. Se for sentar em um terraço da Plaça Major, olhe o cardápio antes: os preços são de zona turística.
ℹ️ Distância: Centro de Palma, a pé a partir da Catedral · Melhor época: Tarde e começo da noite · Entrada: Grátis (espaço público) · Duração: 2 a 3 horas a pé
11
Mercat de l'Olivar
O maior mercado municipal de Palma: peixes, embutidos maiorquinos, frutas e balcões para comer tapas na hora do almoço.
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O Mercat de l'Olivar é o mercado coberto central de Palma, a poucos quarteirões da Plaça d'Espanya. É onde os moradores de Palma fazem compras: bancas de peixes e frutos do mar, açougues com sobrassada e botifarrón, queijos de Maó, frutas e verduras da ilha, azeitonas e amêndoas. Para o viajante é interessante por dois motivos. Primeiro, para ver e provar produtos locais: a sobrassada (embutido de porco para passar no pão, com páprica), o queijo de Menorca, a ensaimada. Segundo, porque tem balcões de tapas e barracas de comida para comer em pé ou sentado, como as ostras e os peixes grelhados, e em geral saem mais baratos que os restaurantes do centro histórico. Abre de segunda a sábado, das 7h da manhã até o início da tarde; domingo fecha. A área de tapas costuma estender um pouco o horário e algumas sextas-feiras parte do mercado abre à tarde. Vá antes das 13h, porque depois lota.
ℹ️ Distância: Plaça de l'Olivar, perto da Plaça d'Espanya e da estação de trem · Melhor época: Manhã ou meio-dia, de segunda a sábado · Entrada: Entrada gratuita; você paga o que consumir · Duração: 1 hora, ou mais se comer lá
12
Bairro de Santa Catalina
Antigo bairro de pescadores transformado no centro gastronômico de Palma, com mercado próprio e bares para sair à noite.
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Santa Catalina fica colado ao centro histórico, do outro lado do Es Baluard. Era um bairro humilde de pescadores e marinheiros, com casas baixas e moinhos de vento na parte alta de Es Jonquet. Hoje é a região da moda para comer e sair: a rua Fàbrica e arredores estão cheias de restaurantes com cozinhas do mundo todo, bares de vinho e cafés. O coração do bairro é o Mercat de Santa Catalina, um mercado menor que o do Olivar, mas com muito clima, onde as barracas de comida lotam na hora do vermute. É um bom lugar para um café da manhã ou um almoço informal. Para se hospedar é uma opção prática: fica a poucos passos do centro histórico e do Passeig Marítim, e tem hostels e apartamentos. O ponto negativo é o barulho noturno em algumas ruas nos fins de semana. Suba até Es Jonquet para ver os moinhos e a vista do porto; é um cantinho tranquilo e gratuito.
ℹ️ Distância: A oeste do centro histórico, depois do Es Baluard · Melhor época: Meio-dia para o mercado; noite para bares e restaurantes · Entrada: Grátis (bairro e mercado de acesso livre) · Duração: 2 a 4 horas
13
Palau March
Palácio da família March com terraço de esculturas de Rodin e Henry Moore e murais de Josep Maria Sert, ao lado da Catedral.
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O Palau March é o palácio que a família do banqueiro Juan March mandou construir no século XX, na ladeira que sobe da Almudaina em direção ao centro. Hoje é administrado pela Fundação Bartolomé March e funciona como museu e biblioteca. O mais atraente é o grande terraço ao ar livre, com esculturas de artistas como Auguste Rodin, Henry Moore e Barbara Hepworth, e uma vista direta para a Catedral e a baía. Lá dentro se veem os murais de Josep Maria Sert na escadaria e na sala de música, uma coleção de cartografia maiorquina e um presépio napolitano do século XVIII com centenas de figuras, que é uma das peças mais comentadas. Atenção ao horário: segundo o Visit Palma, de abril a outubro abre de segunda a sexta até a tarde e de novembro a março só de manhã; domingos e feriados fecha. Os preços publicados não coincidem entre as fontes, então confirme na bilheteria. Combina perfeitamente com a Catedral e a Almudaina, que ficam em frente.
ℹ️ Distância: Carrer del Palau Reial 18, em frente à Almudaina · Melhor época: Manhã de dia de semana, principalmente de novembro a março, quando fecha ao meio-dia · Entrada: 10 € adultos; 6 € idosos e crianças de 7 a 12; menores de 7 grátis (fonte: Fever, agregador, temporada junho-agosto 2026, verificado outubro 2026). O Visit Palma publica uma tarifa geral mais baixa: confirme na bilheteria · Duração: 45 minutos a 1 hora
14
Museu Fundación Juan March
Museu gratuito de arte espanhola do século XX em um palacete do centro: Picasso, Miró, Dalí, Tàpies e Barceló.
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O Museu Fundación Juan March de Palma ocupa um edifício do século XVIII na rua Sant Miquel, uma das ruas comerciais de pedestres do centro. Expõe a coleção de arte espanhola contemporânea da Fundação Juan March, que começou a ser formada nos anos 70. Em poucas salas se percorre boa parte da arte espanhola do século XX: há obras de Pablo Picasso, Joan Miró, Salvador Dalí, Juan Gris, Antoni Tàpies, Antonio Saura e Miquel Barceló, entre outros. Soma exposições temporárias ao longo do ano. É um museu pequeno e tranquilo, ideal para uma hora entre outras visitas, e sua grande vantagem é que a entrada é livre e gratuita. Abre de segunda a sexta durante o dia e aos sábados só de manhã; domingos e feriados fecha. Fica a poucos minutos a pé da Plaça Major e do Mercat de l'Olivar, então se encaixa fácil em uma manhã de mercado.
ℹ️ Distância: Carrer de Sant Miquel 11, perto da Plaça Major · Melhor época: Qualquer dia de semana; serve como programa para um dia de chuva · Entrada: Grátis (fonte: folhetos da Fundação Juan March e avygeo.com, verificado outubro 2026). Segunda a sexta 10 às 18:30 h, sábados 10:30 às 14 h; domingo fechado · Duração: 45 minutos a 1 hora
15
Trem de Sóller (Ferrocarril de Sóller)
O trem de madeira de 1912 que cruza a Serra de Tramuntana de Palma até Sóller, com conexão ao bonde do porto.
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O Ferrocarril de Sóller liga Palma à cidade de Sóller, do outro lado da Serra de Tramuntana, a cordilheira do noroeste de Maiorca que é Patrimônio Mundial da Unesco. Funciona desde 1912 com vagões de madeira e conserva o ar de época. A estação de Palma fica na Plaça d'Espanya, junto à estação intermodal. A viagem dura cerca de uma hora e cruza campos de oliveiras e amendoeiras e vários túneis; antes de descer a Sóller há um mirante com vista para o vale. Em Sóller você pode passear pela praça e pela igreja, e pegar o bonde histórico que desce até o Port de Sóller, à beira-mar. Não é barato: a ida e volta custa 30 € e o combinado com o bonde, 40 €. Uma alternativa mais econômica é ir de trem e voltar no ônibus TIB pelo túnel, que é mais rápido. Compre online em trendesoller.com ou nas bilheterias de Palma, Bunyola ou Sóller. No verão as saídas da manhã lotam: vá cedo.
ℹ️ Distância: Estação na Plaça d'Espanya (Palma); Sóller fica do outro lado da Tramuntana · Melhor época: Primavera e outono, saída da manhã · Entrada: Palma-Sóller ida 23 €; ida e volta 30 €; bonde Sóller-Porto 10 € por trecho; trem + bonde ida e volta 40 € (fonte: trendesoller.com, verificado outubro 2026) · Duração: Dia inteiro com Sóller e o porto
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Praias urbanas: Can Pere Antoni, Ciutat Jardí e Platja de Palma
Praias de areia dentro da cidade, que se alcançam de ônibus urbano ou a pé pelo calçadão à beira-mar.
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Palma tem praias próprias ao longo da baía, a leste do centro. A mais próxima é Can Pere Antoni, uma praia de areia que se alcança a pé desde o Parc de la Mar pelo calçadão; tem vista para a Catedral e é a que usam os hóspedes do centro. Seguindo para o leste fica Portixol, um antigo bairro de pescadores com um pequeno porto e restaurantes de peixe, e depois Ciutat Jardí, uma praia mais de bairro, frequentada por famílias de Palma. Mais adiante começa a Platja de Palma, a longa praia turística que vai até S'Arenal, com hotéis e balneários; no verão lota e o clima é de férias em massa. Todas são públicas e gratuitas; você só paga se alugar espreguiçadeiras ou guarda-sol. As calas de água turquesa das fotos de Maiorca não estão em Palma: para isso é preciso sair de carro ou de excursão rumo ao sul ou ao leste da ilha.
ℹ️ Distância: Can Pere Antoni, a pé desde o Parc de la Mar pelo calçadão; as demais, de ônibus da EMT rumo ao leste · Melhor época: De junho a setembro; em julho e agosto, vá cedo para conseguir lugar · Entrada: Grátis (praias públicas) · Duração: Meio dia

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💵 Preços

Ingressos

TipoPreço
Catedral de Maiorca (La Seu)Visita geral 10 €; menores de 8 anos grátis (fonte: The Calendar Mallorca, agenda local, verificado outubro 2026). Catedral + terraços + Museu de Arte Sacra 25 €; residentes nas Baleares 8 €; residentes da diocese grátis às sextas na bilheteria (fonte: Majorca Daily Bulletin, março 2026). Comprar em catedraldemallorca.org ou na bilheteria
Palácio Real de La AlmudainaBásica 8 €; reduzida 5 € (65+, 5 a 16 anos, estudantes até 25); visita guiada 16 € / 13 € reduzida; online +0,77 € de taxa de gestão. Grátis às quartas e domingos das 15 às 19 h (out-mar até 18 h) para cidadãos ibero-americanos e da UE, só na bilheteria com documento (fonte: tickets.patrimonionacional.es, verificado outubro 2026)
Castell de BellverGeral 4 €; reduzida 2 € (aposentados, 14 a 18 anos); residentes em Palma 2,50 €; menores de 14 grátis; domingos grátis para todos (fonte: castelldebellver.palma.es, página atualizada em março 2025, verificado outubro 2026). Paga-se na bilheteria do castelo
Es Baluard Museu d'Art ContemporaniGeral 8 €; reduzida 5,50 €; chegando de bicicleta 2 €; sextas «Você decide» a partir de 0,10 € (fonte: esbaluard.org, verificado outubro 2026). Bilheteria do museu
Fundació Miró MallorcaGeral 10 €; reduzida 6,50 € (66+, carteira jovem); residentes em Palma 4 €; menores de 16 grátis; grátis para todos aos sábados a partir das 15 h e no primeiro domingo de cada mês das 10 às 15 h (fonte: miromallorca.com, verificado outubro 2026)
Palau March10 € adultos; 6 € idosos e crianças de 7 a 12; menores de 7 grátis (fonte: Fever, agregador, temporada 2026, verificado outubro 2026). O Visit Palma publica uma tarifa geral mais baixa: confirmar na bilheteria do palácio
Banhos Árabes (Banys Àrabs)3,50 € adultos; grátis até 10 anos (fonte: guias de viagem online, agregador, verificado outubro 2026). Paga-se na entrada, no Carrer de Can Serra 7
Trem de SóllerPalma-Sóller ida 23 €; ida e volta 30 €; bonde Sóller-Port de Sóller 10 € por trecho; trem + bonde 40 € (fonte: trendesoller.com, verificado outubro 2026). Comprar online ou nas estações de Palma, Bunyola e Sóller
Palma AquariumEntrada 30,50 € (fonte: Civitatis, verificado outubro 2026). Também é vendida no site do aquário
Museu Fundación Juan March, Sa Llotja e Parc de la MarGrátis (fonte: Fundación Juan March e agenda cultural de Palma, verificado outubro 2026). A Lonja só abre quando há exposição
Imposto de turismo sustentável (ecotaxa), por pessoa e noiteTemporada alta (1º maio-31 outubro): hotéis 5 estrelas e 4 superior 4 €; hotéis 4 estrelas e 3 superior 3 €; hotéis de 1 a 3 estrelas, apartamentos de 1 a 3 chaves e moradias turísticas 2 €; hostais, pensões e albergues 1 €. Temporada baixa (1º novembro-30 abril): 1 €, 0,75 €, 0,50 € e 0,25 €. Mais 10 % de IVA. Menores de 16 isentos; 50 % de desconto a partir da nona noite (fonte: illessostenibles.travel, Govern de les Illes Balears, verificado outubro 2026). Paga-se na hospedagem
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Atividades e passeios

Free tour pelo centro histórico de Palma
PreçoGrátis (a gorjeta; fonte: Civitatis, verificado outubro 2026)
Duração2 horas
OperadoraGuias locais via Civitatis e outras plataformas de free tours
Visita guiada à Catedral de Palma
Preço29 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado outubro 2026)
Duração1 h 45 min
OperadoraGuias locais via Civitatis
Trem a Sóller e barco a Sa Calobra (Serra de Tramuntana)
Preço65 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado outubro 2026)
Duração7 horas
OperadoraOperadores locais com saída de Palma, via Civitatis
Excursão a Sóller e Valldemossa
Duração4 a 7 horas
OperadoraOperadores de excursões de um dia, via Civitatis
Preço
A partir de 50 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado outubro 2026)
Cuevas del Drach com concerto no lago subterrâneo
Duração4 a 9 horas conforme o ponto de saída
OperadoraOperadores de excursões de um dia, via Civitatis
Preço
59 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado outubro 2026); há versão para cruzeiristas saindo do porto de Palma por 54 €
Passeio de catamarã pela baía de Palma com mergulho e churrasco
Duração5 horas
OperadoraEmpresas de passeios de barco do porto de Palma
Preço
59 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado outubro 2026). Outros sites de operadores indicam 50-120 € conforme a duração (fonte: Palma Weekly, verificado outubro 2026)
Barco turístico pela baía (vista do Bellver e da Catedral)
Duração55 minutos
OperadoraBarcos turísticos do Passeig Marítim
Preço
A partir de 19 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado em outubro de 2026)
Coasteering (escalada, saltos no mar e cavernas)
Preço79 € por pessoa (fonte: Civitatis, verificado em outubro de 2026)
Duração5 horas
OperadoraEmpresas de aventura com busca em áreas turísticas de Maiorca
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🚌 Como chegar e distâncias

No destino

Ônibus urbanos EMT Palma
DuraçãoVariável conforme a linha e o trânsito
Preço
2 € a viagem em dinheiro para não residentes; dá para pagar com cartão bancário a bordo (fonte: mallorca.com, guia atualizado em setembro de 2026, verificado em outubro de 2026). A prefeitura está tramitando o aumento para 3 € para não residentes, ainda não em vigor
Observações
É a forma mais prática de se deslocar entre o centro, a Fundació Miró, Bellver e as praias urbanas. Os residentes viajam de graça em 2026 com cartão; os turistas pagam. Se viajarem em grupo, pagar com cartão bancário tem desconto por acompanhante, segundo anunciou a EMT.
Táxi
DuraçãoConforme o trânsito
Preço
Bandeirada de cerca de 2,50 € e cerca de 1,20 € por km de dia; à noite e em feriados cerca de 2,85 € e 1,35 €/km (fonte: mallorca.com sobre o Decreto 20/2025, verificado em outubro de 2026)
Observações
Os táxis são brancos com uma faixa; pegam-se em pontos ou por telefone/aplicativo. Do aeroporto ou do porto soma-se um adicional por viagem. A bagagem não paga extra.
Ônibus intermunicipais TIB
DuraçãoVariável conforme o destino
Preço
Entre 3 € e 13,50 € a passagem simples conforme a rota, pagando sem cartão de residente (fonte: mallorca.com, verificado em outubro de 2026)
Observações
Saem da Estació Intermodal da Plaça d'Espanya para Valldemossa, Sóller, Alcúdia e o resto da ilha. Várias linhas aceitam pagamento com cartão bancário, que sai mais barato do que comprar com o motorista.
Trem SFM e metrô de Palma
DuraçãoVariável conforme o destino
Preço
Entre 1,60 € e 4,10 € o bilhete simples conforme a distância (fonte: mallorcard.es, guia 2026, verificado em outubro de 2026)
Observações
Saem da Estació Intermodal na Plaça d'Espanya. O trem vai a Inca, Sa Pobla e Manacor; o metrô chega à universidade. Serve para ir ao interior, não para se deslocar dentro do centro.
Ônibus turístico (hop-on hop-off)
Duração1 dia com embarques e desembarques livres
Preço
A partir de 27 € o passe de um dia (fonte: Civitatis, verificado em outubro de 2026)
Observações
Percorre o centro, o porto, o Castell de Bellver e o Poble Espanyol. Serve sobretudo para subir ao Bellver sem caminhar; para o centro histórico convém ir a pé.
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Como chegar

Aeroporto de Palma (PMI) → centro de ônibus A1
Companhias aéreas / empresasEMT Palma, linha A1 (aeroporto - Plaça d'Espanya - Passeig Marítim)
DuraçãoCerca de 30 minutos conforme o trânsito
Preço médio
5 € a viagem em dinheiro (fonte: mallorca.com, guia atualizado em setembro de 2026, verificado em outubro de 2026); também se paga com cartão bancário
Aeroporto de Palma (PMI) → centro de táxi
Companhias aéreas / empresasTáxis do ponto oficial do aeroporto
DuraçãoCerca de 10 km; o tempo depende do trânsito
Preço médio
Cerca de 25-35 € de dia e 30-40 € à noite, com adicional de aeroporto de cerca de 4,65 € por viagem incluído; mínimo a partir do aeroporto cerca de 16,95 € (fonte: mallorca.com, verificado em outubro de 2026)
Voo Madri → Palma (ou Barcelona → Palma)
Companhias aéreas / empresasRyanair, Iberia, Iberia Express, Air Europa, Vueling, Wizz Air
Duração1 h 25 min a 1 h 30 min de voo; cerca de 67 voos diários
Preço médio
A partir de 20 € só ida em promoções; ida e volta habitual 48-146 € (fonte: Momondo, dados de 9 de outubro de 2026, verificado em outubro de 2026)
Balsa Barcelona → Palma
Companhias aéreas / empresasBaleària, GNV (Grandi Navi Veloci) e Trasmed
Duração6 h 15 min a 8 h 30 min; há saídas noturnas
Preço médio
A partir de cerca de 13-17 € passageiro a pé em poltrona básica; cabines 70-500 € (fonte: Ferryhopper, agregador, verificado em outubro de 2026)
🔄 atualizado mensalmenteValores oficiais / de referência · confira na hora de comprar

🏨 Onde dormir

Sem preços exatos: escala de $ (econômico) a $$$$$ (luxo), com 2 ou 3 opções por categoria.

Hostel / albergue (mochileiros)
Preço$$$$$
Opções recomendadas
Urban Hostel Palma, em Santa Catalina a 1,3 km do centro, com cozinha compartilhada: média de US$ 24 a noite em janeiro e US$ 74 em julho (o Kayak mostra os preços em dólares; fonte: Kayak, verificado em outubro de 2026). No verão, reserve com semanas de antecedência. Some a ecotaxa de albergue: 1 € por noite na alta temporada mais IVA
Hotel 3 estrelas no centro ou em Santa Catalina
Preço$$$$$
Opções recomendadas
Segundo o Kayak, o quarto de 3 estrelas mais barato das últimas semanas custou 76 € e o mais caro 203 € a noite (fonte: Kayak, verificado em outubro de 2026). Há oferta no centro histórico, em Santa Catalina e na região da Plaça d'Espanya. Agosto é o mês mais caro; novembro, o mais barato. Ecotaxa: 2 € por pessoa e noite na alta temporada
Hotel boutique 4 estrelas no centro histórico
Preço$$$$$
Opções recomendadas
Média de 4 estrelas em Palma: cerca de 156 € a noite. Exemplos: Boutique Hotel Posada Terra Santa 153-707 €, Sant Jaume Design Hotel 180-933 € (fonte: Kayak, verificado em outubro de 2026). Muitos ocupam casarões restaurados com pátio. Ecotaxa: 3 € por pessoa e noite na alta temporada
Luxo 5 estrelas (palácios do centro histórico e Son Vida)
Preço$$$$$
Opções recomendadas
Média de 5 estrelas em Palma: cerca de 189 € a noite, mas os boutique do centro custam bem mais: Can Cera 291-1.067 €, Sant Francesc Hotel Singular 256-1.052 €, Castillo Hotel Son Vida 293-4.140 € (fonte: Kayak, verificado em outubro de 2026). Ecotaxa: 4 € por pessoa e noite na alta temporada

🍴 Onde comer

Ensaimada e chocolate em uma confeitaria histórica
Preço$$$$$
Opções / prato típico
A ensaïmada (ensaimada) é a massa folhada em espiral com banha de porco, o doce símbolo de Maiorca. Na Ca'n Joan de s'Aigo, cafeteria aberta desde o século XVIII no centro histórico, uma ensaimada sozinha custa cerca de 1,40 € (fonte: guia gastronômico online, verificado em outubro de 2026); também têm chocolate quente espesso, sorvetes caseiros e cuarto (bolo)
Menu do dia (almoço de segunda a sexta)
Preço$$$$$
Opções / prato típico
Entrada, prato principal, sobremesa, bebida e às vezes café a preço fixo. Nas Baleares a média é 16 € (fonte: Majorca Daily Bulletin, novembro de 2025). Exemplos em Palma: Bar Sion (Carrer d'Alfons el Magnànim) 16 €, Bruixes Café 13 € (fonte: Ultima Hora, dezembro de 2025, verificado em outubro de 2026). É a forma mais barata de comer comida caseira
Cozinha maiorquina tradicional em um celler
Preço$$$$$
Opções / prato típico
Pratos para provar: frit mallorquí (refogado de miúdos de cordeiro ou porco com batata e pimentões), tumbet (berinjela, batata e pimentão fritos com tomate), llom amb col (lombo enrolado em repolho) e caracóis. O Celler Sa Premsa, um salão clássico com barris, fica na faixa de 20-30 € por pessoa (fonte: Gastroranking e guias gastronômicos, verificado em outubro de 2026); não aceita reservas
Alta gastronomia com estrela Michelin
Preço$$$$$
Opções / prato típico
O Marc Fosh, no hotel Convent de la Missió, tem estrela Michelin e cozinha mediterrânea autoral. Os últimos preços publicados (2022) eram menu de meio-dia 49 € e menus degustação 84-89 €; o Gastroranking estima hoje 60-100 € por pessoa sem vinho (fonte: Gastroranking/guias, verificado em outubro de 2026). Abre de terça a sábado; reserve com antecedência

❓ Perguntas frequentes

Preciso de visto, EES ou ETIAS para ir a Palma saindo do Brasil?+
Os brasileiros não precisam de visto para turismo de até 90 dias em um período de 180 dentro do espaço Schengen. Desde 10 de abril de 2026 o EES (Sistema de Entradas e Saídas) funciona por completo: no primeiro controle de fronteira Schengen registram suas impressões digitais e foto, e o passaporte já não é carimbado. Se você voar para Madri ou Barcelona e depois para Palma, esse registro é feito na primeira escala. O ETIAS, uma autorização on-line de 20 € com validade de três anos, ainda não é exigido: a UE o adiou para 2027 sem data firme. Leve passagem de volta, reserva de hospedagem e seguro-saúde, porque podem pedir na imigração.
Quanto pago de ecotaxa (imposto de turismo sustentável)?+
É cobrada por pessoa e por noite na hospedagem, e depende da categoria e da temporada. Entre 1º de maio e 31 de outubro: 4 € em hotéis de 5 estrelas, 3 € em 4 estrelas, 2 € em hotéis de 1 a 3 estrelas e apartamentos turísticos, e 1 € em hostels e albergues. Entre novembro e abril cai para a quarta parte (1 €, 0,75 €, 0,50 € e 0,25 €). A isso se soma 10 % de IVA. Menores de 16 anos não pagam e a partir da nona noite no mesmo lugar paga-se metade. Exemplo: um casal em um 3 estrelas por sete noites em julho paga 28 € mais IVA. Os dados são do site oficial illessostenibles.travel.
Quantos dias vale a pena ficar em Palma?+
Para a cidade em si bastam dois dias completos: um para o centro histórico (Catedral, Almudaina, Lonja, Born, Mercat de l'Olivar) e outro para Bellver, Es Baluard, Santa Catalina e a Fundació Miró. Com um terceiro dia você inclui o trem de Sóller ou um passeio a Valldemossa. Se quiser conhecer as enseadas e os povoados da ilha, Palma funciona bem como base para quatro ou cinco dias, combinando ônibus TIB ou um carro alugado. Organize as visitas conforme os dias gratuitos: Bellver aos domingos, a Almudaina às quartas e domingos à tarde para ibero-americanos, Miró aos sábados a partir das 15 h e Es Baluard às sextas.
Como vou do aeroporto ao centro?+
A opção barata é o ônibus A1 da EMT, que sai em frente ao terminal e chega à Plaça d'Espanya e ao Passeig Marítim. Custa 5 € em dinheiro e também aceita cartão bancário. Leva cerca de 30 minutos conforme o trânsito. Atenção: nos últimos anos o ponto no aeroporto mudou de lugar por causa de obras; siga as placas de 'Bus'. De táxi, a viagem até o centro sai cerca de 25-35 € de dia e 30-40 € à noite, com o adicional de aeroporto incluído. Se você chega de madrugada com muita bagagem e estão em duas ou mais pessoas, o táxi compensa. As linhas intermunicipais TIB ligam o aeroporto a outras áreas da ilha sem passar pelo centro.
Vale a pena alugar carro?+
Para Palma, não. O centro é pequeno e dá para andar a pé, o estacionamento é caro e escasso, e há zonas de acesso restrito no centro histórico. Os ônibus da EMT cobrem Bellver, a Fundació Miró e as praias urbanas. O carro serve se você quiser percorrer a ilha por conta própria: enseadas do sul e do leste, a Serra de Tramuntana, povoados do interior. Uma boa estratégia é passar os primeiros dias em Palma sem carro e alugar só para os dias de passeio. Para dirigir na Espanha com a carteira de motorista brasileira, convém levar a Permissão Internacional para Dirigir além da sua CNH.
Palma é cara? Como economizar?+
É mais cara que a média da Espanha, sobretudo em julho e agosto: segundo o Kayak, agosto é o mês mais caro para se hospedar e novembro o mais barato. Para economizar: viaje em maio, junho, setembro ou outubro; almoce o menu do dia ao meio-dia (13-16 € em Palma) em vez de jantar em zonas turísticas; use os dias gratuitos dos museus; desloque-se de ônibus e a pé. Compre no Mercat de l'Olivar ou em supermercados para algumas refeições. As praias urbanas são gratuitas. E se você ficar mais de oito noites na mesma hospedagem, a ecotaxa cai pela metade a partir da nona.

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