A K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization) é a autorização eletrônica que a Coreia do Sul exige, ANTES DO EMBARQUE, de quem entra sem visto. Quem emite é o Ministry of Justice, e o único lugar onde se faz o pedido é www.k-eta.go.kr ou o app oficial «K-ETA». O próprio portal deixa claro o que ela NÃO é, com estas palavras: «K-ETA is NOT a visa and only fulfills some of the requirements for entering the Republic of Korea without a visa. Please note that an approved K-ETA does not guarantee entry into the Republic of Korea. The final decision will be made by a Korea Immigration Service officer at the port of entry». E é preciso tirá-la antes de subir no avião, não depois: «Nationals eligible for K-ETA, who wish to enter the Republic of Korea without a visa, must obtain K-ETA approval before boarding the flight or ship. Applying for K-ETA after boarding or while already in Korea may result in disadvantages, such as refusal of K-ETA approval or entry restrictions». Em troca, você economiza um papel: «Those with K-ETA approval can pass through entry immigration more conveniently, as they will be exempt from submitting the arrival card when entering the Republic of Korea». Atenção: a K-ETA e o Q-CODE são dois trâmites diferentes, de dois órgãos diferentes. A K-ETA é do Ministério da Justiça e é paga; o Q-CODE é da Agência de Controle de Doenças (KDCA), é sanitário e é gratuito.
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Lemos as três listas oficiais em 23/09/2026 e as nossas vinte e oito nacionalidades se dividem em três grupos. GRUPO 1 — ISENTOS DE K-ETA ATÉ 31/12/2026, não pagam nem fazem nenhum trâmite: ALEMANHA, AUSTRÁLIA, DINAMARCA, ESPANHA, ESTADOS UNIDOS e ITÁLIA. São seis. GRUPO 2 — PRECISAM TIRAR A K-ETA E PAGAR: Andorra, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Suriname, Uruguai e Venezuela. São vinte. GRUPO 3 — NÃO SÃO ELEGÍVEIS PARA K-ETA E PRECISAM DE VISTO: BOLÍVIA e CUBA. Não constam na lista de 116 países e regiões habilitados do portal, então não há K-ETA para tirar: é preciso pedir visto no consulado coreano. Os DIAS DE ESTADIA que a entrada sem visto dá dependem da sua cidadania, e também os lemos um por um na lista oficial: 90 dias para Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, Guatemala, Itália, Nicarágua, Panamá, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela; 3 MESES —que o portal escreve diferente de propósito— para MÉXICO, SURINAME e Bélgica; e só 30 DIAS para ANDORRA, GUIANA, HONDURAS e PARAGUAI. Além disso, há isenções que não dependem do país, mas da pessoa, e que o portal lista assim: coreanos e dupla nacionalidade com passaporte coreano válido; militares americanos na ativa sob o SOFA; tripulação de voo e marítimos; titulares do cartão ABTC (APEC); passageiros em trânsito; estrangeiros registrados e titulares de visto; titulares de passaporte da ONU; titulares de passaporte diplomático ou oficial; cruzeiristas; e —a mais importante para as famílias— «Those who are 17 years old and younger or 65 years old and older (on the date of entry)».
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